Hello

Eu vi esse vídeo há algum tempo (provavelmente quando saiu) no facebook e afins, mas ainda assim, acho que não recebeu a atenção que deveria.

Não se seja comigo publicando aqui que vá receber a atenção que deveria, mas já dizia o poeta, relembrar é viver.

E se você não tinha visto, me conta: curtiu?

A tal da Lisboa…

Eu já escrevi sobre Lisboa aqui, numa narrativa cheia de detalhes e que vale a pena ler, porque como o texto é de 2009, minha memória tinha muito mais detalhes do que posso oferecer agora.

Mas o que posso contar agora é o seguinte: o voo que atrasou no Brasil, devido a neve da França atrapalhou nossa chegada à Portugal. Passamos de praticamente 2 dias em Lisboa, que é quase tempo nenhum, para pouco mais de 1 dia, que é o tempo necessário para se ver muito pouco. Sim, tivemos que enxugar nossa programação para a cidade e olhando de fora parecia que não faria tanta diferença assim, mas é claro que fez.

O voo de Paris para Lisboa foi tranquilo e apesar de o avião ser bem pequeno, ainda assim ele estava vazio. Aproveitamos que a viagem era curta para descansarmos da viagem anterior, que foi longa, e também do chá de cadeira que levamos enquanto aguardávamos para embarcar novamente.

Lisboa vista de dentro do avião

Quando chegamos o sol já estava se pondo, e até sairmos do aeroporto era oficial: já era noite. Pelo caminho até o hotel a cidade vibrava! Não sei se era a empolgação pelo fato de eu finalmente ter chegado à Europa e ter sobrevivido aos dois voos, mas a Lisboa simplesmente saltava aos olhos. Praticamente tudo ali era familiar. É difícil de explicar e eu posso muito bem ter pirado e não ser nada disso, mas vi muito de São Paulo naqueles prédios, naquelas avenidas, naquela gente. Bem, se for o caso, é tudo exatamente ao contrário. Tem muito daqueles prédios, avenidas e daquela gente na minha São Paulo e por isso eu me senti muito bem ali.

Nossa noite foi um misto de curiosidade e cansaço puro. Não existia jet lag, mas se não tivéssemos passado praticamente as últimas 24 horas dedicadas à viagem e logística, estaríamos num melhor ânimo. Apesar de termos saído para comer e dar uma olhada nos arredores, meu foco estava mesmo em descansar, dormir na horizontal, tomar banho quente e afins.

No nosso finalmente dia em Lisboa tinhamos muito a fazer: além de desbravar ao máximo tudo o que conseguíssemos precisávamos também comprar casacos mais quentes do que os que nós levamos. Como corríamos o risco de levar muitos casacos daqui que poderiam ser ineficientes para um inverno mais rígido que o paulistano (e que também não seriam práticos porque muitas camadas = muito trabalho ao entrar e sair de lugares), resolvemos levar algo intermediário e lá comprar algo melhor. A parte boa é que em janeiro praticamente todo o continente se encontra em liquidação. Sim, são saldas, soldos, sales, rebajas… então dá pra ficar mais tranquilo na hora de contar seus ricos eurinhos pra comprar o tal casaco. E eu tou escrevendo isso olhando pro casaco que comprei lá, há 3 anos e que ainda tá inteirinho. Super valeu a pena! O problema é claro foi o tempo.

É meio tenso não querer passar frio e querer conhecer uma cidade em pouco mais de 8 horas. Descemos do Largo do Rato, onde ficava nosso hotel, até o Tejo, depois fomos paralelamente a ele até a Praça do Comércio e então seguimos pela rua Augusta de lá. Foi ali onde fizemos nossa refeição: um almoço meio basicão numa das muitas opções disponíveis na rua. A comida era boa, o garçom brasileiro e as pombas subiam nas mesas. Foi também ali onde encontramos nossos casacos. Foi uma das garimpadas mais eficientes que já fiz, acho. Encontrei um casaco quente, lindo, na cor que eu adoro e paguei baratinho. Tudo isso em cerca de 30 minutos. Sucesso!

Até o fim do dia ainda nos perdemos em algum tipo de transporte fluvial que eu não tenho muita certeza do que aconteceu, turistamos um pouco mais, fomos atacadas por patos ou alguma espécie similar, jantamos correndo e voamos até o hotel. Ainda precisávamos desbravar a malha metroviária de Lisboa para chegarmos na estação de trem sem nos preocuparmos se perderíamos ou não o trem que nos levaria até Madri. A parte boa é que o metrô da capital portuguesa não é muito complexo, a parte ruim é que eu estava partindo para outra cidade sabendo que ainda existia muito para conhecer por ali e que eu simplesmente não tive tempo.

Top 3 clipes de músicas com assobio

Vez ou outra, mas com bastante frequencia até, surge uma música que gruda no ouvido da galera e fica difícil se livrar.

Agora mesmo, estamos sob o efeito da turminha do Foster the People que veio pro Brasil e no Lollapalooza (nem fui) conseguiu hipnotizar todo mundo presente com os assobios de Pumped Up Kicks e deixou geral em estado de êxtase logo antes de deixar o palco.

Pela atualidade, #1: Foster the People – Pumped Up Kicks

Há quem não saiba, mas ano passado a colorida francesa, também cantora e fofa Yelle veio pro Brasil e diz-se que foi lindo. Não a vi aqui, mas a vi no Sónar Barcelona (ano passado também) e tirando gringas loucas que precisavam de muito espaço pra dançar, o show foi bem bom. Ela tem uma ótima presença de palco e eu ali, na primeira fila, não queria nem piscar. Além disso, claro, a bonitinha entende de batidas e hit-chiclete, por isso mesmo não é difícil concluir que uma das suas músicas mais gostosinhas de se ouvir tenha assobios.

Pela fofura e pelas cores, #2: Ce Jeu – Yelle

Em 2008 teve uma invasão sueca linda e numa noite de semana pude ver no StudioSP Shout Out Louds e Peter Bjorn and John. A segunda banda lançou, em 2006, um disco que é daqueles para se dar o play e deixar tocar de cabo-a-rabo. Não diferente do Foster the People e da Yelle, eles fizeram uma música seguindo a fórmula que parece mágica: uma melodia gostosa com assobios já na música, só pra incentivar o óbvio, a gente tem que assobiar junto. Na minha família mesmo, gravei um CD com músicas deles pro carro do meu pai e juro, sempre que tocava, todos no carro acompanhavam!

Pelo alcance familiar, #3: Young Folks – Peter Bjorn and John

Vou contar aqui que tem uma música que inferniza minha vida. Enquanto outras músicas com assobios vem e vão, existe esta que mesmo que não esteja no meu consciente, ela vem, sempre, quando eu assobio (às vezes faço isso, é melhor do que bufar) ela vem como uma continuação. Quando eu vejo, já era, eu estou assobiando PATIENCE do GUNS AND ROSES.

Pela presença constante mesmo que subconsciente na minha cabeça, faixa bônus: Patience – Guns & Roses

Dubai e seus prédios

Eu já vi muita reportagem e alguns documentários sobre Dubai, mas acho que nunca tinha visto um retrato tão bonito desse que é o maior dos Emirados Árabes Unidos:

Em tempo, vale dizer que um dos vídeos que mais me deu vertigem na vida está completamente ligado ao emirado. Quer dizer, é o vídeo de alguns caras sentados no topo do Burj Khalifa e o negócio quase me mata do coração toda vez que revejo. Talvez eu seja fraca, mas se você nunca viu, acompanha comigo:

Medo!

Destino de desejo: Kiev

Kiev, a capital da Ucrânia pode vir à sua mente rapidamente se você for ligadinho em geografia ou futebol. Mas é fato que quando a gente pensa nela, a gente não sabe muito o que pensar. Então fica aquele borrão. Kiev, Ucrânia e nenhuma referência visual.

Pois saiba você que a maior cidade desse país da Europa oriental foi também uma das cidades mais importantes da antiga URSS e até hoje cumpre um papel importante naquela região.

E a gente com isso? Ela possui cerca de 3 milhões de habitantes, uma ampla infraestrutura de transportes públicos e diversas faculdades. Isso quer dizer que a cidade é grande, você se locomove facilmente e pode contar com um amplo número de gente jovem nas ruas, bares e baladas.

E tem museu de guerra, catedrais, monastério com cavernas, parques e ruas lindas para caminhar sem medo de não ver algo interessante. Além disso, ela é banhada pelo rio Dniepre, o que garante passeios diferentes e igualmente bacanas

Em Kiev você também encontra acomodação a partir de 6,00 EUROS em lugar central! Sério, 6 euros deixa qualquer um feliz. E se o hostel for ruim, você não consegue nem reclamar, de tão barato que foi! hahaha.

Dá pra descobrir mais da cidade aqui. E dá pra ver um pouco da cidade aqui:

Todo mundo já curtiu.

Há cerca de 6 meses Sean Stiegemeier ficou sabendo da explosão do Eyjafjallajökull (a.k.a. o vulcão de nome impronunciável) e viu que as imagens que estavam se espalhando pelo mundo (e pela rede mundial de computadores) não eram lá muito bonitas. E então, entendendo o potencial de que uma explosão de fumaça, gases, lava e poeira possui, que ele então fez as malas, tomando o cuidado para não esquecer sua super camera e partiu em direção à Islândia.

Chegando lá o clima estava péssimo e terrivel e isso tornava impraticavel os planos dele de fazer imagens realmente lindas do vulcão. Depois de alguns dias o céu finalmente abriu e ele pode posicionar o tripé, ajustar o foco e fazer o serviço que ele precisava fazer em nome da qualidade estética.

O resultado?

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Tá que com uma música do Jónsi as coisas ficam mais fáceis, mas… Em apenas 6 meses o vídeo acumulou 2 vírgula 1 milhões de views (o que quer dizer que muito provavelmente você também já o viu) e tipo assim, todo mundo já curtiu. São mais de 15 mil likes/cliques no coraçãozinhos do vimeo.

E você, curtiu?

Documentando casamentos.

Quando a gente é jovem, mais jovem do que é hoje, é normal acharmos casamentos uma coisa chata, tediosa e incrivelmente brega. Quando a gente é jovem, tão jovem quanto é hoje, casamentos passam a ser um assunto um tanto quanto assustador. Exatamente porque as cerimônias chatas, tediosas e bregas passam a ser as cerimonias dos seus amigos.

Mas um casamento não precisa ser nada disso. Casamentos podem ser cerimônias leves, sublimes, intimistas, descontraídas e porque não, descoladas?

Foi isso o que Matt Odom e Jon Brown fizeram nas cerimônias de seus amigos. Eles fizeram pequenos registros que afastam qualquer sobra de breguice tanto da cerimônia quanto das festas nos casamentos de seus amigos.

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Lauren + JP

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Andrew + Morgan

Quem faz um trabalho parecido, mas em fotografia é a Kat Williams do genial Rock ‘n Roll Bride.

Espero que quando eu casar, algum dos meus amigos do audiovisual queira fazer um registro desses da minha festa. (Viu galere, fikdik)

Canon 7D

Já conhece a Canon 7D?

Basicamente ela faz imagens de 5184 x 3456 pixeis com uma sensibilidade de até 12 800 ISO, sem falar no ecrã de quase 8cm de alta resolução com luminosidade regulável!

Ela também faz vídeos na resolução de 1920 x 1080 pixeis, e tem entrada para microfone externo, pra dar uma melhorada na captação.

Olha só o que ela faz:

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

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