Programação para a Manga!

Eu concordo com vocês que fica complicado acompanhar qualquer coisa que não tenha uma frequência muito boa. Por isso não culpo ninguém que não consegue acompanhar muito bem esse blog.

Depois de muita reflexão, ponderação e outros sinônimos e similares, resolvi chacoalhar a poeira da minha mente e voltar a escrever/postar com mais cuidado e carinho no meu cantinho obscuro da inter-nets. Sim, eu estou falando desse blog lindo aqui, o Aceite esta Manga.

Me programei, criei até uma agenda no google calendar pra poder me organizar. Agora os dias da semana terão posts fixos, em teoria, mas eu vou tentar ao máximo me ater a eles.

Ai, que legal, né? Mas que conteúdo tão incrível é esse que vou compartilhar com vocês? Então… hahaha.

Aos domingos: tô pensando em compartilhar com vocês playlists legais com músicas bacanas para embalar a próxima semana. Só não sei ainda a plataforma que quero usar, pq sou preguiçosa. Alguém tem uma sugestão?
Segundas: vídeos sobre o processo de au pair. Sim, mas nas segundas vão ser vídeos mais sobre o processo mesmo, tipo app, agência, skype, visto e afins.
Terças: nada, também sou filha de Deus.
Quartas: um post pessoal, pode ser escrito, pode ser um vlog, pode ser o que eu quiser, ok?
Quintas: sério, me deixem descansar.
Sextas: outro vídeo sobre au pair. Eba! Só que dessa vez coisas mais práticas, como o inglês, o pocket money, custo de vida, coisas legais.
Sábados: sábado é dia de eu exercitar minha vision board com vocês, compartilhando lugares do mundo que eu adoraria visitar.

Tá bom? Acho que está. Pode melhorar? Com certeza. O importante é começar de algum lugar.

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Ou segue o blog por email, é só colocar seu email aqui do lado também, aproveita essa praticidade também. Se você tiver conta no wordpress, segue o blog pelo botão de seguir deles.

Tem como seguir no google+ também. E se você quiser ficar sabendo dos vídeos, sem precisar entrar no blog, se inscreve lá no canal do youtube.

Olha só, várias opções.
Então é isso, tá? Até amanhã!

Ano novo com mudancinhas no blog.

Oi gente!

Feliz ano novo e blá blá blá. Espero que esse ano vocês consigam ser tudo o que querem e conquistem tudo o que desejam… mas eu não sou muito piegas nesse sentido e não ligo muito pra essa história de “uuuuuuuuuh recomeços”. De qualquer jeito, desejo que vocês sejam felizes nos próximos 365 dias e nos outros 10950 no mínimo também (são 30 anos, tá gente. Estou desejando 31 anos de felicidade pra vocês, olha como sou generosa).

Aproveitei essa terça-feira comum também chamada de primeiro dia de 2013 para dar uma organizadinha aqui no blog e colocar em prática algumas vontades que tinha e não tava conseguindo fazer no final de 2012. Não é nenhuma mudança de layout nem nada, mas sim organizacional mesmo.

Pra começar, o menu lateral: Eu tirei a parte de arquivo, era uma lista enorme cheia de meses desde que o blog começou… pois bem, como já tem o calendário aqui do lado, dá pra vocês navegarem por ele e chegarem onde pretendem, mas eu realmente não acho que alguém esteja muito interessado em ir lá em março de 2008 pra dar uma lida no que foi escrito por mim. Outra mudancinha que aconteceu foi que coloquei as categorias num menu suspenso, de modo que agora você precisa clicar ali para encontrar as categorias onde os posts são arquivados. Aproveitei e coloquei também pra mostrar quantos posts tem em cada uma. Nada demais né?

A maior mudança aconteceu aqui no menu superior. Eu tirei as abas “Holanda” e “Au Pair” e substituí pela aba “Au Pair na Holanda”. Você pode clicar nela que tem um texto lindo te direcionando para vários lugares novos e também explicando cada um. Se você é muito sagaz e sabe se virar sozinho, a novidade é que quando você passa o mouse em cima da aba “Au pair na Holanda” um novo menu se abre e lá você pode selecionar as seguintes opções: Pré-requisitos, Agências, Certidão de Nascimento e Consulado, Meu Processo, Causos auparianos, Causos holandeses, Mapas e Viajando Barato.

Praticamente todos esses itens estão aí para facilitar quem vem ao blog procurando informações sobre o programa de au pair, mas as duas ‘categorias’ de causos são exatamente as antigas abinhas “Holanda” e “Au Pair”. Eu fiz isso pra deixar mais organizado mesmo, se alguém ainda quiser ler tudo o que escrevi sobre minha experiência com a Holanda e detalhes do meu processo de au pair, é ali que tem que clicar.

Tão vendo? Nenhuma grande mudança, só organizei as coisas e vou acrescentar mais conteúdo que acho útil. Só devo dizer que algumas das novas páginas ainda não estão prontas, então não reclamem ainda caso cliquem lá pra conferir e não encontrarem nada… durante a semana completo tudo e daí todo mundo fica feliz.

Ah! Outra coisa: aproveitei e renomeei a página de links. Então se alguém quiser saber quais blogs sigo, leio, acho lindo ou se alguém quiser saber onde mais me encontrar por aí nas redes sociais, é só clicar em Bibliografia Indicada.

Agora sim terminei.

Um beijo!

Organizando-se

Certo, você já sabe o que quer visitar, ver e conhecer quando estiver no seu destino, certo?

Agora é a hora de organizar toda essa informação. Mais: encare isso como um pré-roteiro das suas férias. E para fazer isso você só precisa fazer uma matemática simples: divida o número de atrações pelo número de dias na cidade. Depois disso, eu simplesmente pego o guia, abro o google maps e arranjo algum lugar onde possa tomar nota.

Eu acho que uma boa maneira de otimizar o tempo é separando a cidade por áreas, identificar o que fica perto do que e daí traçar um percurso. Na minha cabeça faz muito mais sentido se deslocar até uma parte da cidade e daí explorá-la do que ficar indo de um lado pro outro completamente errante. Ainda mais porque quando as coisas são perto uma da outra e você se desloca a pé, tem a oportunidade de ver coisas bonitas, curiosas, estranhas e encantadoras no trajeto; enquanto quando as coisas são longe a gente sempre opta pelo metro (quando tem) pra poder percorrer as distancias de maneira rápida e tudo o que vê são tuneis.

Eu uso o google maps sem dó de gastá-lo. Uso principalmente a ferramenta de rotas dele pra ver qual seria o caminho ideal e as estações de metro e pontos de onibus próximos aos pontos turísticos. Tudo isso porque acredito que a solução para qualquer e possível problema é a informação. Se eu tomar cuidado pra saber tudo isso antes, não vou precisa perder muito tempo tentando descobrir durante a viagem como me deslocar pela cidade.

Um exemplo que eu acho que ilustra bem o que eu digo é da primeira vez que estive em Berlim. Não dei a atenção que a cidade merecia e no fim descobri que um caminho que seria feito por uma caminhada por uma avenida linda foi feito através de baldeações de u-bahn. E foram baldeações mesmo: peguei 3 linhas de u-bahn diferentes para sair num lugar que ficava no final da avenida do hotel! Tudo isso porque o mapa da cidade que eu tinha comigo não tinha uma escala boa e o mapa do metro não dizia “filha, vai a pé”.

E isso foi em 2009, não faz muito tempo, mas os apps de celular não eram tão famosos. E mesmo agora que são, eu ainda prefiro me programar antes a ficar parada em pé checando o app no meio da rua.

Outra coisa: sou adepta do caderno de viagem. Mais do que usá-lo como um diário, carrego o livreto para ter sempre comigo informações importantes. Quais são as informações que vão para suas páginas?

– Local pelo qual chegarei na cidade

– Nome e localização de onde estarei hospedada (telefone do lugar fecha o combo)

– Meio de deslocamento estação/aeroporto até o local de hospedagem

– Estações, pontos de onibus e/ou tram e avenidas próximas ao local de hospedagem

Sou daquelas que evita quantos taxis forem possíveis durante uma viagem. Não porque seja um absurdo de caro, porque analisando melhor, não é. Mas se existe a possibilidade de “viajar mais” eu a aproveitarei. É claro que as vezes, dependendo do seu estilo de viagem, não rola pegar um onibus até o centro da cidade e de lá pegar o metro, porque sua mala vai te atrapalhar e você já chega no lugar onde vai ficar cansado. Porém, se você não se cansa fácil ou se está tendo uma viagem mais prática, essa dica é ouro: a maioria dos aeroportos tem algum meio de transporte que te liga diretamente não só ao centro, mas principalmente a ele, das cidades a que servem. E normalmente o preço é bem camarada!

O processo de chegar e sair de uma cidade é basicamente o mesmo processo de descobrir como faz pra ir de onde estarei hospedada para as atrações que quero conhecer. Entrar no site das empresas que cuidam dos meios de transportes também é legal, para ter uma noção melhor de rotas (google maps erra tanto na gringa quanto erra aqui no Brasil) e também uma noção melhor de preços. E o maps sempre mostra qual é a empresa. Isso não é complicado.

Descobrir e entender o lugar que desbravarei com antecedência me poupa tempo in loco e aumenta minha segurança enquanto viajante. É claro que imprevistos acontecerão e você vai precisar mudar algum dos planos que fez com antecedência. Toda viagem precisa de espaço pra isso e você deve respeitá-lo e ter cabeça fria quando acontecer. Mas esse pré roteiro te ajuda a não deixar aquilo que você quer ver pra trás. Ele não garante, mas ajuda. Assim como ter um conhecimento prévio dos transportes que servem a cidade te ajudam a se virar melhor na hora do ir e vir.

Todas as imagens que ilustram o post é da minha segunda vez em Berlim. Dessa vez bem informada!

Guiando-se

Certo, ficou combinado que contarei para vocês dos meus passeios internacionais. E por internacionais eu quero dizer Europa, que é pra onde eu fui, né? Já estou falando de algo que sei só uma parte, não falarei daquilo que não sei. Antes de começar gostaria de compartilhar também algumas das providências que tomei (e pretendo tomar novamente no futuro) antes de embarcar.

O que vou contar aqui pode soar um pouco control freak demais, mas assim: essa sou eu. Pra eu me sentir segura num lugar que é 14.000 km longe da minha casa, eu acho justo fazer as coisas assim e quem julga alguma dessas coisas desnecessária não precisa copiar, ué.

Vamos lá? Vamos!

Depois de decidido o destino gosto de comprar um guia. Sim, aquele livro que pode ser pesado e enorme e que contém todas as informações que a gente pode encontrar online. E o motivo de eu comprar o guia é que nele eu consigo manter o foco e ter uma base pra tudo: passeios, museus, estadia, comida e transporte. Afinal, o guia é editado, certo? A internet provém muita informação e as coisas podem ficar um pouquinho confusas, principalmente nessa primeira fase do planejamento.

Das duas vezes que fui até o velho continente passei por diferentes países e se da primeira vez foi uma maratona (7 países, 9 cidades e 20 e poucos dias), na segunda vez pude fazer as coisas com mais calma, tendo apenas três cidades para visitar em quase um mês.

Da primeira vez comprei O Guia Criatiativo para O Viajante Independente na Europa, que é um guia enorme e super últil. Por que? Porque ele é um guia continental, ou seja, ele seleciona as principais atrações das principais cidades de vários países da Europa.

Considerando que  numa viagem tempo = detalhes, um guia como esse é o ideial; Não ele não vai te dar dicas super quentes sobre lugares super curiosos, mas  isso não quer dizer que você vai sair de Paris sem ver o Louvre porque não tinha no guia. Minha primeira vez no velho continente eu não tinha muito tempo e uma vez estando na capital francesa eu não poderia sair de lá sem passar exatamente por suas principais atrações. E eu uso a cidade luz aqui como um mero exemplo, isso é aplicável em quase todos os destinos.

O guia me serviu muito bem e eu saí de Paris com a sensação de que não perdi nenhuma atração.

Na minha segunda vez viajando, como tinha mais tempo, usei guias mais específicos: o guia de Berlim do Lonely Planet se revelou incrível, o guia de passeios em Paris da Folha se revelou hiper detalhado e o guia Barcelona De A a Z se mostrou uma opção barata e bem completa.

Enfim, acho impossível nomear aqui o melhor guia, mas nas livrarias daqui de São Paulo é fácil de encontrar os já famosos Guia da Folha, os Lonely Planet, os Fodor’s e também os Frommer’s. A lista de opções é extensa, mas vou aproveitar pra dizer que se você é um jovem viajante, desbravador do mundo, provavelmente não vai encontrar muitas dicas quentes nos guias Michellin. Não farei muitos comentários, mas sintam-se avisados.

Ah! Outro detalhe bacana: antes de comprar um guia, dê uma olhada na data da edição, pra garantir que as informações não estejam muito ultrapassadas.

Escolheu o guia? Agora é a hora de desbravar. O guia. Lembre-se, o guia é seu e com certeza, depois de tantos resumos feitos na escola, você já tá craque em destacar aquilo que julga importante e bem, agora é a hora. Destaque tudo o que julga necessário. Eu gosto de marcar as páginas com clipes e de grifar os lugares que me interessam. É assim que eu edito o guia e fazendo assim eu sei exatamente o que procurar quando folhear aquelas páginas novamente.

Já cansou? Completamente compreensível, mas relaxa que já estamos terminando.

Agora o que eu normalmente faço é procurar tudo o que eu selecionei no guia online (o que?!). Pode parecer loucura, mas agora eu já sei o que quero ver e só quero confirmar se o serviço que o guia traz está certinho, atualizado e, no caso de museus, terá alguma exposição temporária quando eu estiver na cidade. Isso se faz pelos sites dos próprios museus. Os guias que trazem opção de hospodagem são bem úteis, mas é também legal verificar os preços online, além de ser mais importante ainda dar uma olhadinha em sites como o tripadvisor ou o hostel world onde outros viajantes que já passaram pelo lugar deixam suas impressões.

Terminada esta etapa, eu pego toda a informação nova recolhida e colo no guia. Colo post-its, anoto no cantinho e atualizo meu guia.

Tudo isso é lindo pra mim, porque quando chega lá na hora, no centro da alguma cidade cujo idioma eu não conheço, eu posso recorrer ao guia – sem precisar de nenhum chip especial, sem precisar usar 3g com roamming, nem nada – e pronto, ali está minha solução.

Prontinho! Fazer tudo isso só torna a viagem ainda mais real pra mim!