SANGUE, SUOR E VINIL: DIY NO SÉCULO 21

Faz sei lá um mês e vi este trailer:

Da primeira vez que eu o vi ainda não tinha aquele selo da seleção oficial pra ser exibido no indie festival agora em setembro, mas eu já estava atenta para assim que surgisse a oportunidade, assistí-lo naquele esquema #naocomprebaixe.

E vocês precisam entender que o Sangue, Suor e Vinil traz algumas das bandas pelas quais eu fico babando direto por aqui: Neurosis, Isis, DoMakeSayThink, GodSpeed you! Black Emperor e muitas outras que completam meu gosto. Então vê-las na telona é algo imperdível para fãs das bandas e para fãs de música em geral.

Longe de mim ser uma biblioteca/enciclopédia/especialista musical – bem longe mesmo – mas eu acredito que as vezes a gente se perde numa superfície muito fina, estreita e tediosa daquilo que é um dos maiores prazeres humanos (sei lá pelo menos é um dos meus maiores e eu acredito que muita gente compartilha isso comigo): a música. E também não quero soar como aqueles extreminhos que querem catequisar todos ao redor naquilo que acredita ser melhor, até porque eu acredito que quando mais a gente consegue abrir nosso leque, melhor a gente tem certeza sobre nossos gostos. Acho que é importante saber que existe mais do que Metallica, mais do que The Clash, Lady Gaga, Adele ou até mesmo sei lá, Pink Floyd. Em todo canto do mundo tem uma cena acontecendo – e às vezes ela é horrível mesmo, viu happy rock brasileiro? – E algumas valem a pena serem conhecidas. Esta é uma delas.

Então fica a dica pros amiguinhos: Dia 25/09 as 17:00 no Cine Olido.

[Parágrafo opcional: O indie festival já trouxe há alguns anos o american hardcore outro excelente documentário sobre outra ótima cena (vi aqui que foi em 2007 – achava que foi 2009 – e de repente me sinto velha).]