Programação para a Manga!

Eu concordo com vocês que fica complicado acompanhar qualquer coisa que não tenha uma frequência muito boa. Por isso não culpo ninguém que não consegue acompanhar muito bem esse blog.

Depois de muita reflexão, ponderação e outros sinônimos e similares, resolvi chacoalhar a poeira da minha mente e voltar a escrever/postar com mais cuidado e carinho no meu cantinho obscuro da inter-nets. Sim, eu estou falando desse blog lindo aqui, o Aceite esta Manga.

Me programei, criei até uma agenda no google calendar pra poder me organizar. Agora os dias da semana terão posts fixos, em teoria, mas eu vou tentar ao máximo me ater a eles.

Ai, que legal, né? Mas que conteúdo tão incrível é esse que vou compartilhar com vocês? Então… hahaha.

Aos domingos: tô pensando em compartilhar com vocês playlists legais com músicas bacanas para embalar a próxima semana. Só não sei ainda a plataforma que quero usar, pq sou preguiçosa. Alguém tem uma sugestão?
Segundas: vídeos sobre o processo de au pair. Sim, mas nas segundas vão ser vídeos mais sobre o processo mesmo, tipo app, agência, skype, visto e afins.
Terças: nada, também sou filha de Deus.
Quartas: um post pessoal, pode ser escrito, pode ser um vlog, pode ser o que eu quiser, ok?
Quintas: sério, me deixem descansar.
Sextas: outro vídeo sobre au pair. Eba! Só que dessa vez coisas mais práticas, como o inglês, o pocket money, custo de vida, coisas legais.
Sábados: sábado é dia de eu exercitar minha vision board com vocês, compartilhando lugares do mundo que eu adoraria visitar.

Tá bom? Acho que está. Pode melhorar? Com certeza. O importante é começar de algum lugar.

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Olha só, várias opções.
Então é isso, tá? Até amanhã!

Obrigada internet.

Domingo fui encontrar a Jack e o Danilo para matarmos a saudade, básicamente. Em determinada altura da noite, no entanto, nos pegando falando dos genpets.

Àquela altura eu não fazia ideia do que se tratava, mas eles me contaram que é um animal, geneticamente modificado, que se alimenta de uma ração específica e que respira, faz necessidades… enfim, existe por um determinado momento, como brinquedo, como animal de estimação. Sim, claro, fiquei perturbada, mas não desconfiada. Vocês leram o noticiário no último mês?

Segunda-feira, com calma, de bobeira na internet vi alguma coisa similarmente bizarra e então lembrei do papo de domingo. Num combo google+wikipedia descobri que tudo relacionado aos Genpets se tratava de um hoax, uma farsa, uma mentirinha.

Genpets, a living organism from genetic mutation.Genpets are a mixed media installation art piece by artist Adam Brandejs.[1] It is considered a hoax of exposure. The project has been shown in multiple galleries in Canada and Europe and has garnered some attention in the mass media.

The creations were sculpted, automated creatures made of latex and plastic, and housed robotic circuitry to simulate slow respiration. They looked like small, baldskinned and ugly humanoids, and were intended to be displayed as living, but dormantbioengineered creatures for purchase as pets. The fabricated packaging indicated a purchaser had a choice of colors, for different personalities and levels of activity,[2] and that the creatures had a limited vocal capacity. The sculptures and packaging, along with the professional-appearing hoax website, are so realistic that observers are often fooled.[3][4]

Obrigada mundo. Obrigada internet.

Les Chansons d’Amour e o google earth; ou como eu amo o google earth.

Há algum tempo terminei de assistir a trilogia do amor de Chistopher Honoré, composta por Dans Paris, Les Chansons d’Amour e La Belle Personne. Não é bem uma trilogia propriamente dita, mas como nos três filmes o diretor (e roteirista) procura explorar diferentes formas do amor, é então a trilogia do amor.

Posto isso, não será neste post que explorarei o conteúdo das obras e farei uma analise extensa e detalhada sobre os filmes. Não, este post tem outro motivo para estar aqui.

Todos os três filmes são ambientados em Paris e quando eu finalmente assisti ao Chasons d’Amour, eu já tinha visitado a cidade e me peguei tentando descobrir onde as personagens estavam. Alguns lugares foram fáceis de definir, mas teve um, justo onde era a locação do apartamento do Ismael, que eu não conseguia definir… (talvez por ser uma ruazinha d’entre as milhares de ruazinhas que Paris possui).

E então depois de alguns meses procurando a tal rua da locação (tá que não com muito afinco), eu finalmente, hoje, encontrei ! Eis que o apartamento do Ismael ficava na 50 Rue Fbg St Martin, 75010 Paris. (clica na imagem pra ver maior)

Pertinho da Gare du Nord e da Place de la République. Coincidentemente, também pertinho do hotel onde eu e a ficamos. No máximo 15 minutos a pé, 3 minutos de carro; 2 estações de metro.

Eu já planejava, faz um tempinho, procurar no google earth pelas lojas que eu via na fachada do apartamento. Mas sempre tive um pouco de preguiça. Hoje a preguiça não veio tão forte e eu resolvi colocar em prática meu poder de investigação. Deu certo! Olha aqui a “visão de rua” do google maps, pegando a locação exatamente de frente, como vemos bastante durante o filme.

Me sinto satisfeita.

E se você ainda não viu o filme, vale a pena… É sobre um rapaz, o Ismael, ele e sua namorada estão num triangulo amoroso com uma amiga de trabalho dele, mas daí algo acontece e tudo muda radicalmente. Se você já viu o trailer norte-americano, é provavel que fique chocado em como a premissa dele é distorcida ali, quando você assistir ao filme. De todo modo, o filme é bom e as canções são bem produzidas e gostosinhas.

O clipe abaixo é a primeira música do filme, pra dar te dar um gostinho pra ver o filme e pra você ver também o tão falado apartamento do Ismael.

Cidades em 360º

Pra quem não sabe, eu sou apaixonada (obcecada e viciada) pelo Google Maps e no Google Earth e passo muito do meu tempo, senão o tempo todo online visitando cidades de países de todos os continentes. Tô lendo algo no reader e me vem o nome de uma cidade que eu desconheço? Google Earth nele.

Há quem diga que baixar o software do Google seja desnecessário, bem mais prático usar o Maps e tranquilo. Só que o Maps por mais que seja prático e viável, não possui as dezenas (centenas?) de aplicativos que o Earth possui. E eu não tou falando da ferramenta de régua, da possiblidade de gravar e compartilhar um passeio virtual ou até mesmo aquela opção de mostrar a luz do sol.

A cada nova versão do Earth, o Google fecha parceria com centenas de empresas e sites que possuem serviços de informação pelo mundo. Um exemplo clássico e presente no Maps é o Panoramio, site onde as pessoas compartilham fotos e podem localizar no mapa mundi o local exato onde elas foram tiradas. Com a parceria com o Google, no periodo de um mês sua foto é analisada e se adequada à algumas regrinhas, suas fotos podem ser seleciondas e compartilhadas no Maps e no Earth (algumas que eu tirei durante o mochilão e que coloquei lá, de Lisboa, Madri e Paris, foram seleciondas!).

Enfim… existem aplicativos da Nasa, do Discovery Channel, da Agencia Espacial Européia, da Revista National Geographic, Youtube e com o 360 Cities. Dentre todos eu acho que ele é um dos meus preferidos.  A possibilidade de poder navegar por imagens de alta definição em 360 graus me encantou de uma maneira que eu sempre deixo ativada a opção de manter esse aplicativo visível no mapa.

Claro que com a opção visão de rua, os tours virtuais já tinham dado um grande passo, mas no caso do 360 Cities a história é diferente, porque enquanto essa opção do google caminha lentamente cidade por cidade e levando em consideração um grau de importancia das cidades, no 360 são usuários cadastrados que com suas cameras vão tirando fotos ao redor do mundo e compartilhando no site. Não são apenas ruas que são registradas, são ruas, praças, parques, museus, estações de metro, comodos de casas… qualquer lugar que o fotografo achar que dá uma boa foto. Tirou a foto, subiu pro site, localizou no mapa e o mundo pode conhecer mais do próprio mundo.

Separei aqui alguns exemplos de lugares que eu achei ótimos, são apenas uma dezena dentre milhares que valem a pena serem clicados (todo panorama é um link pra imagem em 360º)

São Paulo:

Arpoador, Rio de Janeiro:

Parque Eduardo VII, Lisboa:

O topo da Sears Tower, Chicago:

Debaixo da Torre Eiffel, Paris:

Amsterdam:

O Jardim Botanico no inverno de Kiev:

Um cruzamento, São Petersburgo:

O centro da cidade em Kustanay, Cazaquistão:

Um cruzamento, Tokyo: