Significa.

Maroon 5, cada dia pior, me surpreendeu nesse clipe novo (?), porque não importa quantas esposas abandonando e quantos filhos derem pro Adam Levine (acabei de checar no google hahaha) nos clipes. Nunca vai deixar de significar, gente.

E mano, quão cuzona tem que ser pra levar até um dos peixes embora?

Rolling in the Deep:

Precisei entrar no petiscos pra ver que o vídeo de Rolling in the Deep ganhou 4 prêmios técnicos (direção, direção de arte, edição e fotografia) no VMA. Mesmo assim, o vencedor da noite foi o fraco Firework (reconheço o poder pop da música, mas o clipe é fraco ok) porque levou o prêmio de vídeo do ano. Yadda, yadda, yadda, precisei que o vídeo ganhasse 4 prêmios da MTV pra que eu fosse até o AdeleVEVO (hahaha) e desse aquela conferida. Tudo isso vem na maré de eu só ter ouvido falar dela este ano e só ter ouvido a música do vídeo já quase em Junho.

Vale dizer, a música é boa. Ganhou dezenas de remix horrendos e aterrorizantes que ouvi com muita paciência em todas as lojas de departamente, supermercados, farmácias e comerciais pelos quais passei e assisti em Berlim. Voltei pro Brasil completamente vítima – tinha o disco no menu do avião ouvi inteirinho hahahaha – e depois, claro, esqueci.

Daí a MTV foi lá e deus os 4 prêmios. Merecidos? Não sei, em comparação aos outros, é bem provável que sim já a galera tem perdido a mão e errado feio na hora de fazer clipes legais. Rolling in the Deep me pareceu suave, mas manteve a “força” da música. Bem montadinho, bonitinho, conceitualzinho e artístico pra manter a cantora com aquela aura indie-alternativa-quem-mais-tá-fazendo-isso-na-música-atual? que seus discos e a ela mesma já possuem.

Neurosis: A Sun That Never Sets

“A sun that never sets burns on.
New light is this river’s dawn.

When to speak of a word so old
Is to relearn what is known.
A time to think back and move on.
Rebuild the loves of lives long gone.

The blood that flows through me is not my own.
The blood is from the past, not my own.
The blood that leads my life is not my own.
The blood is strength, I’m not alone.”

Esse é o tipo de música ao qual me refiro como deliciosa.

New Order: Crystal

Aproveitando o gancho deixado aqui mesmo há exatas duas semanas, agora temos New Order e Crystal.

Em 2001 eu tinha o que? 13, 14 anos? Enquanto eu embarcava no mundo do rock, uma banda roubou minha atenção com uma música, com um vídeo. Essa é a banda, este é o vídeo, esta é a música. Quando fui descobrir na internet que a banda em questão não era formada pelos jovens bonitos e descolados, eu achei tudo mais genial ainda. Gente de meia idade te provando por A + B que imagem é tudo.

Revendo (e eu revi mesmo, várias vezes inclusive) o vídeo do  Hadouken!, esse clipe do New Order me veio aos olhos: gente jovem, bonita, descolada, tocando seus instrumentos em luzes bacanas e sendo mais legais que você.

Curto a crítica, mas adoro o produto.

Hadouken!: Mic Check

Gosto muito de vídeos que me são deliciosos aos olhos. Este é um deles, por exemplo. A formula é simples, mas muito bem executada.

Além de ser Hadouken!, então a música me deixa completamente envolvida.

Um beijo pra você que também tá dançando sentado no trabalho.

NIN: We’re in this together

Poderosíssimo, não quero (ou preciso) comentar nada.

you and me
we’re in this together now
none of them can stop us now
we will make it through somehow
you and me
if the world should break in two
until the very end of me
until the very end of you

all that we were is gone we have to hold on
all that we were is gone we have to hold on
when all our hope is gone we have to hold on
all that we were is gone but we can hold on

you and me
we’re in this together now
none of them can stop us now
we will make it through somehow
you and me
even after everything
you’re the queen and i’m the king
nothing else means anything

Neurosis: From where it roots run

Eu bem que procurei descobrir quem foi o diretor deste clipe, mas não encontrei nada.

From Where it Roots Run está no A Sun that Never Sets de 2001, o sétimo disco da banda.

No clipe vemos um homem que caminha até uma árvore seca e então se amarra pelos pés, de ponta cabeça sob o sol tórrido daquele deserto onde se encontra. Simple e poderoso, como a própria música.

Achei justo compartilhar com vocês algo deliciosamente bom, nesse final de 2009.