A entrevista com a agente holandesa.

Ok, o último passa antes das famílias começarem a aparecer foi dado ontem. Depois de preencher o RF, de preencher o Intakeform e da entrevista com a agente brasileira, veio a entrevista com a Lizzy, uma agente holandesa.

Entre a entrega do Intakeform para a Nadja e o contato da Lizzy se passaram 12 dias. Achei bem rápido, ainda mais considerando que a Nadja teve que ler o app todinho pra depois mandar para a Holanda. O email da Lizzy foi bem direto, me informando que já estava com minhas coisas e que gostaria de falar comigo. Ela me deu algumas opções de horários disponíveis e como eu não tinha muito o que esperar resolvi pegar o primeiro horário. A entrevista foi ontem às 08:30 da manhã no horário do Brasil.

A entrevista foi pelo skype, durou 1 hora e meia e, na verdade, foi uma conversa bem tranquila. Nós praticamente passamos por todas as perguntas que já estão no Intakeform. Falando assim pode parecer extremamente repetitivo, mas eu encarei essa entrevista como uma oportunidade para eu acrescentar algumas coisas e até mesmo explicar o que eu já tinha escrito. Ela me perguntou sobre minha motivação, sobre o tipo de família que eu gostaria de ter lá na Holanda, o tipo de criança que eu gosto, me perguntou sobre minhas experiências com crianças, sobre o que eu gosto de fazer, se eu me sinto à vontade tendo responsabilidades…

De certa maneira as perguntas eram sim repetidas, mas eu acho que é aquela coisa, eles querem garantir que as respostas que você deu são exatamente as que você quis dizer, sabe? E de toda maneira, se você foi sincera nas suas respostas do Intakeform, você já sabe a resposta para todas essas perguntas.

E sobre o inglês, a verdade é que eu falo muito em qualquer língua que eu saiba falar. A conversa foi longa e eu acho que a culpa foi minha, porque eu falei bastante. Eu sei que não é fácil para todo mundo sair falando verborragicamente num idioma que não se pratica muito, mas eu também acho que uma das coisas que a Lizzy queria era saber a minha capacidade de comunicação. É claro que depois de falar tanto eu devo ter cometido vários erros, mas Deus! Como eu falei! Nada de respostas curtas, ou monossilábicas. Não adianta ficar quieta quando o assunto é você. E se eu não me sinto segura sobre o que eu quero dizer, eu paro, penso no que eu quero dizer e daí digo, sem pressa e evitando pausas estranhas no meio do que estou falando. Não precisa criar também um silêncio longo, pede para a outra pessoas esperar, porque algumas perguntas nos fazem pensar mais mesmo. E se o seu problema for a pronúncia, fale com calma, não precisa apressar tudo, juntar uma palavra na outra e no final não falar nada com nada. Vá com calma e diga o que precisa ser dito.

Depois de tudo o que eu falei e ouvi, o que posso dizer é que estou bem empolgada, apesar de saber que as famílias não vão começar a aparecer do dia para a noite. Agora é a hora de ser paciente e confiar.

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