Notícia velha.

Daí que o Dave Grohl foi eleito o novo gênio da música pelo NME, ok. Isso foi semana passada.

Daí que ele agradeceu dizendo que eles estavam dando o prêmio a um baterista e depois o ofereceu ao falecido lá, ao Kurt Cobain.

Tá, tudo bem, foi Kurt e seu gênio que fez o mundo se virar praquele cantinho chuvoso dos EUA e dar toda a atenção (e o título de salvação do rock) pro Nirvana há o que? Cerca de 20 anos?

Fato é que nós, em geral, os cerumanos, potencializamos nos outros o nosso desejo de viver plenamente, dores e alegrias e concluímos que aqueles, que alcançam a grandeza pra daí cair magistralmente e morrer de alguma forma dolorosa ou bem trágica… estes serão os nossos heróis, estes são os nossos ídolos, eles são os gênios.

Não devemos nos culpar, afinal, isso é feito desde sempre. A literatura tá cheia de exemplos, a música clássica também e o rock’n’roll, esse nem se fala. Em menos de um século já gerou heróis para todos os gostos.

Eu, ao contrário de muitos, gosto de apreciar o conjunto da obra. E eu acho que é aí que diferenciamos Dave Grohl de Kurt Cobain. Dave não deu simplesmente a sorte de não ter morrido tragicamente aos 27 anos, ele passou de baterista a frontman  com uma sutilidade e maestria que, olha, não sei você, mas eu admiro.

E se você ainda quer mimimizar, pega uma cadeira e acompanha comigo:

 

breve update: youtube me pegou por trás agora, mas eu sei que vocês clicarão nos videos pra ver no youtube e concordarem comigo ˆˆ

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