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Lisboa e o primeiro trem Novembro 27, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, dia-a-dia, viagem.
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O plano era simples: Janeiro de 2009, inverno europeu, 1 continente, 7 países, 9 cidades, 21 noites, 23 dias, 2 garotas eventualmente perdidas: eu e a e inicialmente duas mochilas.

Primeira parada: Lisboa. O plano inicial era que passassemos dois dias na capital portuguesa, mas devido a neve em Paris (nossa conexão), o voo de São Paulo atrasou, o que nos fez perder o avião Paris-Lisboa e então ao inves de pegamors o voo das 12:45 e chegar em em Portugal as 14:30, pegamos o voo das 16 e tantas e só saímos do aeroporto de Lisboa, propriamente dito, umas 18 e tralalá. E acreditem, 4 horas perdidas pra quem só tem 24 é bastante coisa.

Com o atraso do voo, perdemos o transfer (ma oe) e já iniciamos nossa aventura pagando taxi em euros. Pegamos também avenidonas bonitas da cidade, o que nos lembrou as avenidas Indianopolis e Brasil e os predios eram bem parecidos com aqueles da região da avenida São Luís. Pegamos transito e ouvimos no radio as noticias sobre futebol. O internacional Cristiano Ronaldo havia dado perda-total no seu carro caro e veloz vermelho (Ferrari, Porsche?) num tunel lá nos United Kingdon.

Quando chegamos finalmente ao hotel, depois de passarmos por tuneis, rotatorias e vielinhas, fizemos o check-in, subimos para o quarto largamos as coisas, nos agasalhamos melhor – a gente saiu do avião em Paris e nos deparamos com 2ºC de temperatura e eu muito só tava preparada pra 13 graus… se bem que em Lisboa fazia uns 5 – olhamos o mapa rapidinho, lembramos que tinhamos visto um McDonalds ali perto e partimos.

Depois do lanchinho, seguimos pela avenida Politecnica partindo do Largo do Rato e fomos até onde achamos que conseguiriamos voltar e sentimos que haviamos explorado o suficiente depois de uma viagem tão longa. Voltamos para o apartamento e dormimos confortavelmente a nossa primeira noite europeia (urgh, brega!).

Ah sim, optamos por ficar em hoteis de categoria turística e não em hostels por dois motivos: programamos nossa viagem com uma agencia, pra evitar qualquer perrengue, que já tinha parceria com todos os hoteis que ficamos e a gente realmente queria a garantia de camas grandes, limpas, silencio e banheiros nossos.

Acordamos e a Fê tentou colocar fogo no hotel, descemos pra comer na maior migué e comemos como se não houvesse amanhã. Olhamos o mapa e saímos. Lá fora faziam humidos 8 graus e alo, aqui em São Paulo faz 9ºC as 5:30 am nas manhãs mais radicais, então estava frio! Descemos para o Largo do Rato novamente e mais uma vez seguimos pela Politécnica. Ela virou a D. Pedro V (!!) e só paramos ao chegar no Miradouro São Pedro (d’)Alcantara. De lá dá pra ter uma vista linda da parte baixa da cidade – até o Tejo – que encanta a qualquer um. Rua da Misericórdia, Praça Luís de Camões (do ladinho do Chiado), Rua do Alecrim (é tudo uma reta só), e continuamos descendo. Eis que saímos na Praça do Duque da Terceira. Pausa pro café, pra descansar e subir as meias, né Fê?

Cais do Sodré em obras (unlol), seguimos pela Ribeira das Naus até a Praça do Comércio, que tem uma vista linda, linda mesmo, pro rio. No Terreiro do Paço tivemos a idéia de pegar uma “balsa” até onde eu não tenho certeza, mas eu acho que é Barreiro. Chegamos lá que bonito que beleza, não tinha nada pra ser visto e então voltamos pro Terreiro do Paço na mesma “balsa” na qual fomos. De volta a Praça do Comércio, pegamos a rua Augusta até a Praça D. Pedro IV (!!) e voltamos pra pegar o Elevador de Santa Justa, o qual nos levou ao charmosinho Largo do Carmo. De lá seguimos até o Chiado e tiramos lindas fotos com nosso amigo de todas as horas, Pessoa.

Pegamos o metro no Chiado e descemos no Parque. O Parque Eduardo VII é bem grande, tem um jardim lindo, uma vista maravilhosa da cidade, te permitindo vislumbrar o jardim, a Praça do Marques de Pombal, a avenida Liberdade, a baixa, o rio e a diante. Descemos o parque em direção ao Marques de Pombal e de lá cortamos novamente para a nossa Travessa da Fabrica dos Pentes.

Quando chegamos ao hotel, além de guardar o que compramos em nossas mochilas no meio do hall, também arquitetamos nossa ida do hotel à Gare Oriente, estrategicamente situada do outro lado da cidade. O meio de transporte ideal era o metro, mas nenhuma das duas tinha (ainda) o know how para carregar mochilas realmente grandes por este meio de transporte. Dane-se não tinhamos tempo e depois de bater a mochila em vários cidadãos lisboetas, sofrer por escadas e se desajeitar pelas três linhas do metro da cidade, chegamos à estação de trem com uma vantagem de tempo segura para que entendessemos como o nosso passe do eurail funcionava, para daí então seguirmos efetivamente para Madri.

O trem, genial, tinha leitos. Mas leitos mesmo, tipo camas! Beliches! Além de um restaurante delicinha. Comemos bem, dormimos bem (acompanhadas de uma espanhola loira linda e barcelona) e para a nossa surpresa, quando fomos acordadas pelo mocinho do serviço de bordo, a região metropolitana da capital espanhola estava coberta de neve!

Les Chansons d’Amour e o google earth; ou como eu amo o google earth. Novembro 24, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, cinema, música, sentimentalismo, viagem.
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Há algum tempo terminei de assistir a trilogia do amor de Chistopher Honoré, composta por Dans Paris, Les Chansons d’Amour e La Belle Personne. Não é bem uma trilogia propriamente dita, mas como nos três filmes o diretor (e roteirista) procura explorar diferentes formas do amor, é então a trilogia do amor.

Posto isso, não será neste post que explorarei o conteúdo das obras e farei uma analise extensa e detalhada sobre os filmes. Não, este post tem outro motivo para estar aqui.

Todos os três filmes são ambientados em Paris e quando eu finalmente assisti ao Chasons d’Amour, eu já tinha visitado a cidade e me peguei tentando descobrir onde as personagens estavam. Alguns lugares foram fáceis de definir, mas teve um, justo onde era a locação do apartamento do Ismael, que eu não conseguia definir… (talvez por ser uma ruazinha d’entre as milhares de ruazinhas que Paris possui).

E então depois de alguns meses procurando a tal rua da locação (tá que não com muito afinco), eu finalmente, hoje, encontrei ! Eis que o apartamento do Ismael ficava na 50 Rue Fbg St Martin, 75010 Paris. (clica na imagem pra ver maior)

Pertinho da Gare du Nord e da Place de la République. Coincidentemente, também pertinho do hotel onde eu e a ficamos. No máximo 15 minutos a pé, 3 minutos de carro; 2 estações de metro.

Eu já planejava, faz um tempinho, procurar no google earth pelas lojas que eu via na fachada do apartamento. Mas sempre tive um pouco de preguiça. Hoje a preguiça não veio tão forte e eu resolvi colocar em prática meu poder de investigação. Deu certo! Olha aqui a “visão de rua” do google maps, pegando a locação exatamente de frente, como vemos bastante durante o filme.

Me sinto satisfeita.

E se você ainda não viu o filme, vale a pena… É sobre um rapaz, o Ismael, ele e sua namorada estão num triangulo amoroso com uma amiga de trabalho dele, mas daí algo acontece e tudo muda radicalmente. Se você já viu o trailer norte-americano, é provavel que fique chocado em como a premissa dele é distorcida ali, quando você assistir ao filme. De todo modo, o filme é bom e as canções são bem produzidas e gostosinhas.

O clipe abaixo é a primeira música do filme, pra dar te dar um gostinho pra ver o filme e pra você ver também o tão falado apartamento do Ismael.

Musée du Louvre Outubro 29, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, interweb, viagem.
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Vejam isso:

Quando eu e a fomos dar um role lá pelas Europa, ela foi acompanhada de sua super câmera fotografica, eu acompanhada da minha câmera merreca e minha handycam. Ela é linda, adorável e somos melhores amigas. Eu tou falando da câmera, apesar da fê também o ser… Mas enfim!

Eis que quando embarcamos para o Brasil eu tinha nada-mais-nada-menos que oito horas de fitas gravadas (mandei bem na minidv). Oito horas é tempo demais. Minha familia inteira que foi obrigada a assistir ao bruto concorda. O Augusto (<3) que assistiu a tudo pacientemente (e também obrigado, é claro), disfarça, mas também concorda.

Nove meses depois eu finalmente peguei uma das fitas ao acaso, peguei o cabo firewire, liguei a câmera no computador, meti um F5 lá no premiere e capturei tudo o que menos tremia e o que mais me fazia sorrir ao rever aquelas imagens.

A fita é justamente a do dia que fomos ao Museu do Louvre e ao Museu D’orsay, mas para não misturar “temas” aí estão os oito minutos publicaveis e não tão imbecis do que a gente passou no Louvre.

Esse vídeo ainda conta com a presença do adorável, querido, reclamão e boca-suja, Ed. O Ed nos encontrou em Paris, vindo dos UK e depois nos acompanhou também por Amsterdam. Reparem que depois de camelar 3/4 do museu atrás da Mona Lisa, ele preferia ter ido ao Museu do Pelé… Pois é!

A viagem que rendeu 8 horas de fitas ainda vai render dezenas de mini-videos/copilações/clipezinhos… Preparem-se, porque pro processo começar de vez, eu só preciso entregar o TCC.

 

Cidades em 360º Agosto 9, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, fotografia, interweb, viagem.
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Pra quem não sabe, eu sou apaixonada (obcecada e viciada) pelo Google Maps e no Google Earth e passo muito do meu tempo, senão o tempo todo online visitando cidades de países de todos os continentes. Tô lendo algo no reader e me vem o nome de uma cidade que eu desconheço? Google Earth nele.

Há quem diga que baixar o software do Google seja desnecessário, bem mais prático usar o Maps e tranquilo. Só que o Maps por mais que seja prático e viável, não possui as dezenas (centenas?) de aplicativos que o Earth possui. E eu não tou falando da ferramenta de régua, da possiblidade de gravar e compartilhar um passeio virtual ou até mesmo aquela opção de mostrar a luz do sol.

A cada nova versão do Earth, o Google fecha parceria com centenas de empresas e sites que possuem serviços de informação pelo mundo. Um exemplo clássico e presente no Maps é o Panoramio, site onde as pessoas compartilham fotos e podem localizar no mapa mundi o local exato onde elas foram tiradas. Com a parceria com o Google, no periodo de um mês sua foto é analisada e se adequada à algumas regrinhas, suas fotos podem ser seleciondas e compartilhadas no Maps e no Earth (algumas que eu tirei durante o mochilão e que coloquei lá, de Lisboa, Madri e Paris, foram seleciondas!).

Enfim… existem aplicativos da Nasa, do Discovery Channel, da Agencia Espacial Européia, da Revista National Geographic, Youtube e com o 360 Cities. Dentre todos eu acho que ele é um dos meus preferidos.  A possibilidade de poder navegar por imagens de alta definição em 360 graus me encantou de uma maneira que eu sempre deixo ativada a opção de manter esse aplicativo visível no mapa.

Claro que com a opção visão de rua, os tours virtuais já tinham dado um grande passo, mas no caso do 360 Cities a história é diferente, porque enquanto essa opção do google caminha lentamente cidade por cidade e levando em consideração um grau de importancia das cidades, no 360 são usuários cadastrados que com suas cameras vão tirando fotos ao redor do mundo e compartilhando no site. Não são apenas ruas que são registradas, são ruas, praças, parques, museus, estações de metro, comodos de casas… qualquer lugar que o fotografo achar que dá uma boa foto. Tirou a foto, subiu pro site, localizou no mapa e o mundo pode conhecer mais do próprio mundo.

Separei aqui alguns exemplos de lugares que eu achei ótimos, são apenas uma dezena dentre milhares que valem a pena serem clicados (todo panorama é um link pra imagem em 360º)

São Paulo:

Arpoador, Rio de Janeiro:

Parque Eduardo VII, Lisboa:

O topo da Sears Tower, Chicago:

Debaixo da Torre Eiffel, Paris:

Amsterdam:

O Jardim Botanico no inverno de Kiev:

Um cruzamento, São Petersburgo:

O centro da cidade em Kustanay, Cazaquistão:

Um cruzamento, Tokyo:

13/01/09. Julho 11, 2009

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As fotos foram tiradas de dentro da van onde fizemos um tour para conhecer os pontos turisticos iluminados de Paris. Diretamente do banco da frente, atrapalhando o motorista, numa noite fria de janeiro.

Meme das 100* coisas. Maio 21, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, exposição, interweb, viagem.
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Esse meme vem sendo roubado infinitamente. Todo mundo rouba e todo mundo publica. Hahaha, eu por minha vez, roubei da Fe.

Rouba quem quer, mas atentem: o 68 não existe! Logo são apenas 99 coisas!

1. Criou seu próprio blog.
2. Dormiu sob as estrelas.
3. Tocou numa banda.
4. Visitou o Havaí.
5. Viu uma chuva de meteoros.
6. Doou mais do que podia pra caridade.
7. Foi pra Disneylândia.
8. Escalou uma montanha.
9. Segurou um louva-deus.
10. Cantou solo.
11. Pulou de bungee jump.
12. Visitou Paris.
13. Viu uma tempestade de raios no mar.
14. Aprendeu uma forma de arte sozinho.
15. Adotou uma criança.
16. Teve infecção alimentar.
17. Visitou a Estátua da Liberdade ou o Cristo Redentor.
18. Cultivou seus próprios vegetais.
19. Viu a Monalisa na França.
20. Dormiu num trem-leito.
21. Participou de uma luta de travesseiros.

22. Viajou pedindo carona.
23. Faltou por estar doente quando não estava.
24. Construiu um forte de neve.
25. Segurou um carneiro.
26. Mergulhou pelado.
27. Correu uma maratona.
28. Se escondeu em uma gôndola em Veneza.
29. Viu um eclipse total.
30. Viu o nascer e o pôr-do-sol.
31. Fez um home-run.
32. Esteve em um cruzeiro.
33. Viu as Niagara Falls ao vivo.
34. Visitou o lugar onde seus ancestrais nasceram.
35. Viu uma comunidade Amish.
36. Aprendeu uma língua nova sozinha.
37. Teve dinheiro o bastante pra ficar realmente satisfeito.

38. Viu a Torre Inclinada de Pisa.
39. Escalou nas rochas.
40. Viu “David de Michelangelo.
41. Cantou karaokê.
42. Viu um géiser em erupção.
43. Pagou uma refeição para um estranho.
44. Visitou a África
45. Andou na praia à luz da lua.
46. Foi transportado por uma ambulância.
47. Teve um retrato seu pintado.
48. Pescou no alto-mar.
49. Viu a Capela Sistina.
50. Esteve no topo da Torre Eiffel em Paris.

51. Mergulhou ou fez snorkel.
52. Beijou na chuva.
53. Brincou na lama.
54. Foi a um cinema drive-in.
55. Foi ao cinema.
56. Visitou a Muralha da China.
57. Abriu seu próprio negócio.
58. Teve aula de artes marciais.
59. Visitou a Rússia.
60. Trabalhou em uma cozinha do sopão.
61. Vendeu biscoitos de escoteiras.
62. Admirou as baleias.
63. Ganhou flores sem motivo.
64. Doou sangue.
65. Pulou de pára-quedas.
66. Visitou um campo de concentração nazista.
67. Teve um cheque devolvido.
69. Salvou um brinquedo de infância.

70. Visitou o Lincoln Memorial.
71. Comeu caviar.
72. Fez um quilt.
73. Foi até Times Square.
74. Conheceu os Everglades.
75. Foi demitido.
76. Assistiu a mudança de guardas em Londres.
77. Quebrou um osso.
78. Andou em uma motocicleta de corrida.
79. Viu Grand Canyon ao vivo.
80. Publicou um livro.
81. Vistou o Vaticano.
82. Comprou um carro zero.
83. Andou em Jerusalém.
84. Teve uma foto sua no jornal.
85. Leu a Bíblia inteira.
86. Visitou a Casa Branca.
87. Matou e preparou um animal para comer.
88. Teve catapora.
89. Salvou a vida de alguém.
90. Participou de um júri.
91. Conheceu alguém famoso.
92. Participou de um clube do livro.
93. Perdeu um ente querido.
94. Teve um bebê.
95. Viu o Alamo ao vivo.
96. Nadou no Great Salt Lake.
97. Processou alguém ou foi processado.
98. Teve um celular.
99. Foi picado por uma abelha.
100. Foi ao Canal do Panamá.

Frames europeus na minha mão. Maio 6, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, viagem.
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Em algum lugar que não é o Musee D'orsay

Estava brincando no PhotoShop quando me ocorreu das fotos que a Fe tirou da viagem. Enquanto eu gravava e fotografava, ela pode tirar fotos que ficaram simplesmente lindas. Joguei algumas fotos na brincadeira e o resultado até que ficou bacana. Algumas eu brinquei bastante, outras menos e outras ainda tive até medo de estragar mexendo do jeito que mexi.

Lisboa

Lisboa! A cidade-surpresa. Ladeiras realmente íngremes que não nos atrevemos a subir de volta. O largo do Rato, apesar do nome, é um lugar charmoso. O termômetro marcava 6º quando olhei pra ele na primeira noite. Na segunda noite não foi diferente. E então disse adeus a todo o charme português. O plano era conhecer Lisboa primeiro e então acostumar com o frio… O plano não era me apaixonar pelas ruas, pela arquitetura, pelo enorme “mar” Tejo… Quem diria…

Madri

Ah, a ampla Madri! Se esperávamos ver neve já na capital espanhola? Assim, de cara? Se me perguntassem eu diria que esperava talvez ver alguns flocos em Paris… E definitivamente na Alemanha e na Áustria. Agora, em Madri?! Também não esperava que a cidade fosse do jeito que é… Depois de Lisboa e sua arquitetura tudo-juntinho, Madri me surpreendeu com ruas largas, praças enormes e essa aí. A Plaza Del Oriente. Um belo jardim e muita neve. Outra grande surpresa.

Paris

Ça va? Bien, merci. Et vous? Deveria ter aprendido isso antes de ir pra lá. Teria usado horrores. Ficamos 5 dias inteirinhos na cidade luz. Da segunda de manhã a noite da sexta. No calor da viagem eu mal me lembrava como dizer bonsoir. Essa foto foi tirara lá de cima d’A Torre. Paris rendeu muita foto, muitos passeios, muito turismo, muito francês em pronuncia errada, muito metro, 3 fitas mini-dv e muitas risadas. Esse padrão da cidade que é visível aí na foto começou a me fazer falta cerca de um mês que a deixei. Todas as mil-baldeações-diárias que fiz aí me dão uma saudade!!

Holanda

A cidade mais aguardada por mim. Definitivamente e ok, essa foto não é de Amsterdã. Foi tirada numa vilinha onde eles fazem queijo, tinta e tamanco de madeira há uns 20 minutos da cidade e sim, 20 minutos de Amsterdã é “longe” e interior. Também pudera, ir de Rotterdã pra Amsterdã demora apenas duas horas e elas ficam em extremos do país. Queria ter ficado muito mais na cidade, queria ter ficado mais na Holanda, vou voltar. Anotem.

Berlim

Berlim? Eu fui. Estive lá, caminhei naquelas ruas, andei naqueles metros. Tomei café com uma vista linda ao meu lado. Passei longas horas no zoológico. Fui conquistada pela telenovela alemã. Uma história tão rica e tão recente e o resultado tá ali pra quem quiser ver, mas o presente não espera, nem pára.

Frankfurt

Frankfurt. O Francoforte do Meno. Ta vendo esses arranha-céus? Juntos eles formam uma das mais lindas skylines da Europa. Ok, o ângulo da foto não favorece, mas vou aqui confessar que a própria skyline em si não se favorece. Tem o que? Sete prédios? Frankfurt foi a sexta cidade e só tínhamos visto neve em Madri. Imaginem a expectativa que existia em minh’alma pelo chão branquinho e as temperaturas gélidas. O Francoforte decepcionou na questão neve e museus funcionando, mas superou brutal na questão café da manhã.

Salzburg

Ta vendo aquela neve ali nas montanhas? Pois então, ela é praticamente toda a neve que tinha na cidade nesse último inverno. Segundo um morador da cidade que conhecemos no trem, “esse inverno não nevou muito na cidade, não” (com um sotaque inglês carregado no alemão, por favor). Fom @ eu e a Fe. Não foi desgraça, subimos na Fortaleza – esse foi o nome que eu gravei na minha linda cabecinha – e lá tava bem frio, bem gelado, bem branquinho. Quase morri pra chegar lá a pé, mas chequei e compensou.

Veneza

Em Veneza treinei meu italiano aprendido com muito orgulho em Terra Nostra. Me comuniquei horrores e fiz amizade com o velho da recepção, no nosso hotel que tinha um que tão grande de pausada no Guarujá (principalmente o banheiro, haha). Pedi sorvete, pedi a conta, comi lasagna e foi felicidade pura. As temperaturas voltaram a subir quando chegamos no território italiano, mas o frio veneziano é aquele frio úmido, do tipo que entra de baixo da tua roupa e tenta furar teus ossos.

Roma

Tudo era em clima de adeus na capital italiana. Últimos city-tours, últimos passeios de metro, ultimas compras. O Coliseu, infelizmente, ficou registrado debaixo d’água. Outra grande parte da cidade também. O Vaticano foi ensolarado e bem humorado. Nossa guia era incrível. Não tão legal foi a subida ao topo da cúpula da Catedral de São Pedro. A vista foi compensadora, mas os turistas me deixaram agoniada então os momentos de prazer duraram menos do que deveria.

Atualização – O Retorno. Abril 23, 2009

Posted by Larissa Menon in cansaço, dia-a-dia, faculdade, interweb, viagem.
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O que eu poderia estar fazendo nos últimos dois meses de tão importante que me impediu de postar por aqui? Essa não é a pergunta que não quer calar, mas responderei mesmo assim.

Nos últimos dois meses, muito daquilo que eu esperava aconteceu, e agora eu voltei a esperar. Engraçadinho né? As vezes é assim que funciona mesmo, doses homeopáticas até o tratamento intensivo, é um processo, uma estrada… feita para ser desfrutada a dois.

A faculdade tem consumido todo o meu tempo útil, sim. Isso é um fato, notem. Além das matérias, claro, e do óbvio TCC (que está indo muito bem, obrigada), estou correndo contra o tempo na saga das comissões. Esse fim de semana é o nosso primeiro churrasco dos formandos e falta menos de um mês para a 3ª Semana do Audiovisual lá da Cásper Líbero. Estou exausta, mas curto muito enviar e-mails explicativos, explicadinhos, grandes e detalhados. Adoro! Escrevo, falo, desabafo, organizo todas as idéias e clico no send.

E na Internet? Como assim?! Ah sim, claro. Amigos, o Facebook, mais do que nunca se consolidou na realidade virtual brasileira. Eu, claro, vanguardista que sou, estou lá há tempos… porém, tem cerca de um mês apenas que eu descobri a maior maravilha dessa rede social: O MAFIA WARS. Sim! Merece até ficar completamente em caixa-alta. Estou apaixonada e é recíproco. Se você ainda não tem um facebook, vá lá e faça seu trabalho. E claro, entre pra minha máfia.

i <3 it

Criei finalmente um perfil no vimeo.

Finalmente comecei a usar o google reader e minha vida melhorou 356%. Obrigada.

issae

Tranquei meu perfil do orkut e você só poderá desfrutar do nada que eu tenho ali se for meu amigo. Tranquei meus updates do twitter e agora vão pensar que sou importante demais. Mas é que rolou uma bad vibe por aí e sabecomoé, né?
Falando em twitter e aproveitando que ja falei do facebook, comecei a usar o TweetDeck, ele é ótimo, e super recomendo. Ele atualiza sozinho os updates dos seus amigos, suas replies, suas directs, os updates dos seus amigos no facebook, comprime endereço, atualiza o TwitPic e muito mais!

Capa da ultima Missbehave

Agora vou dizer, aqui do lado, tenho nos links relacionados, blogroll sei lá o que, o link da Missbehave. CLIQUEM (sim, também merece a caixa-alta)!!! Essa revista, baseada em NYC tem o meu senso de humor, é maravilhosa, é tudo de bom, é meu sonho de consumo literário e no caso, trimestral. Ou era. Acontece-que a revista parou de ser publicada e começou a ser somente online. Eles já publicavam o conteúdo dela online, mas agora é só online e fimdepapo. Como eu descobri a belezoura? Numa banca de jornal gigantes na hauptbahnhof de Frankfurt enquanto eu e a Fe esperávamos nosso trem pra Salzburg. Com a Chloe na capa. Comprei. Me apaixonei, jurei amor eterno e esqueci ou no hotel em Salzburg, ou no trem pra Veneza. Depressão, claro. O site veio pra suprir, com o nome dele ali no reader ficando em negrito toda hora. Ai delicia!

Voltei viva. Fevereiro 3, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, dia-a-dia, viagem.
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Tenho tentando (desde que cheguei em casa) escrever sobre a viagem.

paris

Foram 23 dias sem descanso andando e carregando e depois puxando malas por um belo percurso em território europeu. Saiu melhor do que planejado. Visitei lugares onde pensei que não visitaria e deixei de visitar lugares também que queria muito visitar. Toda viagem tem espaço pra isso e a minha certamente teve.

O avião me causou medinhos tranquilos, cinto afivelado, 12 horas sentada, uma janela, filmes, comidas boas. A luz acende e você balança. Eu não morri. Avisem ao mundo, é isso mesmo, eu não morri.

Cada cidade surpreende à sua maneira, cada cidade é de um jeito, um espaço tão pequeno e tanta cultura, tanta diferença cultural. Era delicioso de se ver e de se viver. Caminhar por aí com coisas escritas e indicações em linguas que eu mal me lembro agora como se diz bom dia ou se agradece. Eu sorria e fingia entender tudo, qualquer coisa o inglês tava ali pra salvar. Ter pesquisado nomes de ruas, mapas de metro e todos esses detalhezinhos foi muito bom, e é algo que não quer dizer que não nos perdemos nem tivemos supresas. Mestre não fica em Veneza? Então tudo bem.

Nos perdemos um cidades grandes e radiais (valeu París), nos perdemos em cidades pequenas e sem problemas nenhum de navegação (valeu Salzburg). Caminhamos, descemos a linda Lisboa até o Tejo, atravessamos o Sena pra lá e pra cá, vimos o rio Tibre (e não tigre!), atravessamos mil canais em Amsterdã e em Veneza e vimos o rio bonito e sua linda skyline de Frankfurt. Madri tem rio? Salzburg eu sei que tem. Berlim tem também? Aquario eu sei que tem, e zoologico então? Ah! Como eu sei que tem.

Abraços, high fives, comprimentos em inúmeras línguas e muitos danks, mercis, grazies e gracias. Fomos turistas divertidas e educadas. Fomos turistas. Encontramos mil brasileiros, mil estranjeiros, 14 milhões de asiáticos (onde podemos contar os turistas de olhos puxados e os trabalhadores vindos da índia e paquistão). Tiramos fotos, olhamos mapas, visitamos museus, odiamos os “japoneses” e suas cameras enormes, que não respeitam o espaço cultural e muito menos os outros turistas.

Subimos no Elevador da Glória (santa quem?), na Torre Eiffel, no moinho de vento, na fortaleza/castelo, na Basílica de São Pedro. Pegamos trens gostosos, confortaveis e rápidos. Andamos em todos os metros que tivemos direito. Abrimos as portas nos sentindo malandras, burlamos o sistema de Berlim e não percebemos nossa malandragem. Pegamos trans, autobusses, biketaxi, boattaxi e boatbus…

É tanto pra contar, mas tanto! Foram 23 dias sem parar. Deixem-me respirar e eu conto algum causo. Voltei viva e cheia de histórias. (e de bagagem)

Segura meu coração, Europa! Agosto 19, 2008

Posted by Larissa Menon in bacana, bandas legais, viagem.
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Tou com um sorisso no rosto. Tou postando ouvindo Shout Out Louds e sabendo que eles virão para o Brasil. Bem bacana!
Esses suecos são uma das coisas mais fofas que encontrei nos últimos tempos e diga-se de passagens, a Suecia é um lugarzinho e tanto né? Frio e gente bonita, aí é bom hahahaha. Interessantemente eu não passarei por lá no próximo Janeiro.
Compartilhando com vocês agora, já tá tudo certo pra eu embarcar pra Lisboa no primeiro mês do ano que vem… Pois é! Minha mãe sugeriu algo que eu quisesse fazer de diferente e eu sugeri um mochilão. Já é Após alguns imprevistos e algumas mudanças, Fernanda e eu estamos com os planos quase finalizados para nossa viagem.
O plano é começarmos por Lisboa (e ir se acostumando com o frio) e de lá irmos pra Madri, seguindo pra Paris (!!!), Amsterdã (!!!!!!!!!!), Berlim, Frankfurt, Salzburgo, Veneza e Roma. Serão apenas 21 noites nesssas 9 cidades, mas tentaremos aproveitar ao máximo cada uma delas. De bicicleta, double-deck, a pé e no transportão publicão europeuzão. Uma das partes mais gostosas é que iremos de uma cidade para a outra de trem, que lindo! Claro que é mais lento que ir de avião, mas o que a gente vai ganhar em vislumbramento hahahaha… Acho válido, validíssimo!
Mas gente, são tantos planos e tantos detalhes que eu não consigo parar de pensar, as vezes! Fico viajando já, agora, por horas… calculando tempos de trem, tempo de sono, pensando em que tipo de casaco eu levo, se compro lá e mais mil coisinhas que ó ceus. É gostoso tudo isso, é bom fazer planos… Porém, confessando aqui, acho que o que mais vai me dar trabalho é vencer esse super medo que eu sinto de andar de avião! Já tive vários sonhos sobre isso, nenhum pesadelo, mas a tensão aqui é latente, meninada… sério mesmo.