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Lisboa e o primeiro trem Novembro 27, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, dia-a-dia, viagem.
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O plano era simples: Janeiro de 2009, inverno europeu, 1 continente, 7 países, 9 cidades, 21 noites, 23 dias, 2 garotas eventualmente perdidas: eu e a e inicialmente duas mochilas.

Primeira parada: Lisboa. O plano inicial era que passassemos dois dias na capital portuguesa, mas devido a neve em Paris (nossa conexão), o voo de São Paulo atrasou, o que nos fez perder o avião Paris-Lisboa e então ao inves de pegamors o voo das 12:45 e chegar em em Portugal as 14:30, pegamos o voo das 16 e tantas e só saímos do aeroporto de Lisboa, propriamente dito, umas 18 e tralalá. E acreditem, 4 horas perdidas pra quem só tem 24 é bastante coisa.

Com o atraso do voo, perdemos o transfer (ma oe) e já iniciamos nossa aventura pagando taxi em euros. Pegamos também avenidonas bonitas da cidade, o que nos lembrou as avenidas Indianopolis e Brasil e os predios eram bem parecidos com aqueles da região da avenida São Luís. Pegamos transito e ouvimos no radio as noticias sobre futebol. O internacional Cristiano Ronaldo havia dado perda-total no seu carro caro e veloz vermelho (Ferrari, Porsche?) num tunel lá nos United Kingdon.

Quando chegamos finalmente ao hotel, depois de passarmos por tuneis, rotatorias e vielinhas, fizemos o check-in, subimos para o quarto largamos as coisas, nos agasalhamos melhor – a gente saiu do avião em Paris e nos deparamos com 2ºC de temperatura e eu muito só tava preparada pra 13 graus… se bem que em Lisboa fazia uns 5 – olhamos o mapa rapidinho, lembramos que tinhamos visto um McDonalds ali perto e partimos.

Depois do lanchinho, seguimos pela avenida Politecnica partindo do Largo do Rato e fomos até onde achamos que conseguiriamos voltar e sentimos que haviamos explorado o suficiente depois de uma viagem tão longa. Voltamos para o apartamento e dormimos confortavelmente a nossa primeira noite europeia (urgh, brega!).

Ah sim, optamos por ficar em hoteis de categoria turística e não em hostels por dois motivos: programamos nossa viagem com uma agencia, pra evitar qualquer perrengue, que já tinha parceria com todos os hoteis que ficamos e a gente realmente queria a garantia de camas grandes, limpas, silencio e banheiros nossos.

Acordamos e a Fê tentou colocar fogo no hotel, descemos pra comer na maior migué e comemos como se não houvesse amanhã. Olhamos o mapa e saímos. Lá fora faziam humidos 8 graus e alo, aqui em São Paulo faz 9ºC as 5:30 am nas manhãs mais radicais, então estava frio! Descemos para o Largo do Rato novamente e mais uma vez seguimos pela Politécnica. Ela virou a D. Pedro V (!!) e só paramos ao chegar no Miradouro São Pedro (d’)Alcantara. De lá dá pra ter uma vista linda da parte baixa da cidade – até o Tejo – que encanta a qualquer um. Rua da Misericórdia, Praça Luís de Camões (do ladinho do Chiado), Rua do Alecrim (é tudo uma reta só), e continuamos descendo. Eis que saímos na Praça do Duque da Terceira. Pausa pro café, pra descansar e subir as meias, né Fê?

Cais do Sodré em obras (unlol), seguimos pela Ribeira das Naus até a Praça do Comércio, que tem uma vista linda, linda mesmo, pro rio. No Terreiro do Paço tivemos a idéia de pegar uma “balsa” até onde eu não tenho certeza, mas eu acho que é Barreiro. Chegamos lá que bonito que beleza, não tinha nada pra ser visto e então voltamos pro Terreiro do Paço na mesma “balsa” na qual fomos. De volta a Praça do Comércio, pegamos a rua Augusta até a Praça D. Pedro IV (!!) e voltamos pra pegar o Elevador de Santa Justa, o qual nos levou ao charmosinho Largo do Carmo. De lá seguimos até o Chiado e tiramos lindas fotos com nosso amigo de todas as horas, Pessoa.

Pegamos o metro no Chiado e descemos no Parque. O Parque Eduardo VII é bem grande, tem um jardim lindo, uma vista maravilhosa da cidade, te permitindo vislumbrar o jardim, a Praça do Marques de Pombal, a avenida Liberdade, a baixa, o rio e a diante. Descemos o parque em direção ao Marques de Pombal e de lá cortamos novamente para a nossa Travessa da Fabrica dos Pentes.

Quando chegamos ao hotel, além de guardar o que compramos em nossas mochilas no meio do hall, também arquitetamos nossa ida do hotel à Gare Oriente, estrategicamente situada do outro lado da cidade. O meio de transporte ideal era o metro, mas nenhuma das duas tinha (ainda) o know how para carregar mochilas realmente grandes por este meio de transporte. Dane-se não tinhamos tempo e depois de bater a mochila em vários cidadãos lisboetas, sofrer por escadas e se desajeitar pelas três linhas do metro da cidade, chegamos à estação de trem com uma vantagem de tempo segura para que entendessemos como o nosso passe do eurail funcionava, para daí então seguirmos efetivamente para Madri.

O trem, genial, tinha leitos. Mas leitos mesmo, tipo camas! Beliches! Além de um restaurante delicinha. Comemos bem, dormimos bem (acompanhadas de uma espanhola loira linda e barcelona) e para a nossa surpresa, quando fomos acordadas pelo mocinho do serviço de bordo, a região metropolitana da capital espanhola estava coberta de neve!

Modest Mouse: The Whale Song Outubro 19, 2009

Posted by Larissa Menon in bandas legais, clipes, música.
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Sou só eu ou vocês também tão achando que o Modest Mouse tem acertado a mão na hora de escolher com quem trabalhar seus clipes e estes, por suas vezes, estão acertando a mão na execução?

No comecinho de Agosto saiu o King Rat, mostrei aqui, e agora, dois meses depois vem o The Whale Song que também tá no EP No One’s First and You’re Next. Dessa vez o diretor responsável pelo clipe é o Nando Costa (brasileiro, designer e sócio…) lá da Bent Image Lab.

Pra ver mais dos trabalhos da Bent você clica nesse link pro vimeo; pra saber sobre como o vídeo foi feito, você clica aqui; e pra ver os stills você clica aqui e aqui.

Yorn and Johansson: Relator Agosto 13, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, bandas legais, clipes, fotografia, música.
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Galere, vou aqui confessar pra vocês eu essa é a primeira vez que eu ouvi a srta. Scarlett Johansson cantando.

E eu só ouvi mesmo porque queria ver esse dueto dela com o Peter Yorn,  que é do Peter Bjorn and John. A música é legal, a Scarlett não canta mal e o clipe ficou ótimo, bem editado, em sépia (!!!) – e a gente sabe como o uso de sépia é arriscado – com uma fotografia bem básica e bonita . O clipe é formado por cenas bem recortadas dos dois como um casal: juntinhos, sentados lado a lado, horas em pé, horas abraçados… ela cantando ele tocando o violão. O resultado foi um clipe bem fofinho e doce.

Gostei.

OBS: E ela tá morena no clipe e eu acho que ela devia ficar morena pra sempre.

Michael Jackson Eterno! Junho 25, 2009

Posted by Larissa Menon in clipes, dia-a-dia, interweb, música, sentimentalismo, televisão.
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2594572415_c686b285ea_b Eu costumava dizer, quando era criança, que uma das primas da minha mãe era igualzinha ao Michael Jackson. Era uma coisa tola (e maldosa) de se dizer e por isso mesmo, mantinha esse venenozinho apenas entre meus irmãos e primos.

Hoje o mundo está em luto (duplo, afinal RIP Farrah Fawcett) porque o Rei do Pop morreu. Aos 50 anos, MJ sofreu uma parada cardiorrespiratória e partiu dessa, definitivamente, pra uma melhor.

O cantor não emplacava uma música em primeiro lugar desde 1997, se não me engano, e desde então o que atraiu a atenção da mídia e dos pretensos fãs foi aquela obcessão mórbida que nós, seres humanos, temos pela desgraça alheia. O mesmo sentimento que nos faz diminuir a velocidade ao passarmos por um acidente de transito é o que nos fez olhar pra ele com escárnio e prazer nos últimos 10 anos (pra não dizer mais), apenas pra saber se ele realmente apanhou do pai quando era criança e por isso ele operou o nariz tantas vezes a ponto de chegarem a dizer que o mesmo CAIU de sua face durante um de seus depoimentos sobre ele ter ou não assediado uma criança. Claro que o motivo do assédio (teórica e especulativamente) também tem parte com a sua infância turbulenta.

Esse sentimento é o mesmo agora. É essa sede por detalhes que faz todos olharmos atenciosamente para a CNN español dando o furo ao vivo e sendo reproduzida via Record. Morreu, não morreu? Foi parada cardiorrespiratória? O que a causou? Queremos saciar nosso gosto pela notícia ruim.

Luto, claro. As músicas anteriores ao seu último hit são ícones de toda uma cultura, sim! Ele foi e sempre será o Rei do Pop. Logo agora que ele finalmente voltaria aos palcos, estava dando a volta por cima, estava novamente despertando nosso interesse nele enquanto artista e não apenas celebridade bizonha.

O luto para os fãs, que não chegaram a ve-lo novamente nos palcos é facilmente confortado. Entre uma twittada e outra é fácil de ir ao blip.fm e por uma música dele pra tocar, assistir algum vídeo no youtube e pronto, ele será eterno. O mundo se comove com a perda de um ícone, já eternizado e que últimamente não atingia seu público por meio daquilo que ele será lembrado: seu trabalho.


update: o post deveria ter o clipe de Can’t stop ’til you get enough, mas o wp não quer deixar um subir nenhum video do videolog ou do dailymotion e o youtube não me deixa colocar os vídeos aqui também, então coloquei esse do youtube mesmo só pra fazer charminho e ficar do jeito que eu queria.

Objects Of My Affection Dezembro 2, 2008

Posted by Larissa Menon in Uncategorized.
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I remember when, when i first moved here,
a long time ago,
´cause i heard some song i used to hear back then,
a lone time ago.
i remember when, even further back,
in another town,
´cause i saw something written i used to say back then,
hard to comprehend

and the question is, was i more alive
then than i am now?
i happily have to disagree;
i laugh more often now, i cry more often now,
i am more me.

but of cause some days, i just lie around
and hardly exist,
and can´t tell apart what i´m eating
from my hand or my wrist.
´cause flesh is flesh, flesh as flesh as flesh,
the difference is thin.
but life has a certian ability or breating new
life into me,
so i breathe it in.
it says here we are, and we all are here,
and you still can make sense,
if you just show up and present an honest face,
instead of that grin.

and the other day, this new friend of mine
said something to me
“just because something starts differently,
doesn´t mean it´s worth less.”
and i soaked it in, how i soaked it in,
how i soaked it in
and just as to prove how right he was,
then you came.
so i´m gonna give, yes i´m gonna give,
i´m gonna give you a try,
so i´m gonna give, yes i´m gonna give,
i´m gonna give you a try

Não fiquei pro show deles aqui no invasão sueca por estar pendurada de faltas de quinta-feira. Mandei bem heim? hahahaha, mas aproveito assim mesmo via youtube, sabe como é.

Particularidades. Outubro 12, 2008

Posted by Larissa Menon in Uncategorized.
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E mantenha contigo então, meu amor, as tuas particularidades. Guarde em ti teus detalhes.

Teu brilho nos teus olhos. Teu sorriso em tua face. Não te esqueça de quem és. Repasse sempre em tua mente, todos os teus pequenos pensamentos e tuas grandes idéias e veja, veja se eles ainda fazem parte de ti.

Mantenha teus pés nas tuas riscas, no teu caminho. Agarre com teus braços aquilo que te faz bem. Fale o que pensa sem medo do preconceito alheio, sem dúvidas de que mantém aquela opinião. Levanta-te nas tuas batalhas e lute com bravura.

Ria dos teus gracejos, mesmo que não faça sentido para as outras pessoas. Dance do teu jeito, dance sem jeito. Sorria sempre que lembrar de alguma das tuas besteiras.

Conte àqueles em quem confia das tuas vitórias, dos teus planos, dos teus fracassos. Sem medo. Não tema.

Mantenha contigo as tuas particularidades e deixe os outros com as deles.

A cada passo que dá em direção às particularidades que não são tuas, as tuas se vão. E qual é o sentido nisso tudo se aquilo que tu és deixa de ser quando tu deixas de lado aquilo que constitui?

Deixa para apreciar as particularidades alheias, neles… Nos outros. Deixa assim que dessa forma eles podem ver em ti as tuas. Sem medo, sem preconceitos…

E então eles apreciam em ti as tuas particularidades.