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Les Chansons d’Amour e o google earth; ou como eu amo o google earth. Novembro 24, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, cinema, música, sentimentalismo, viagem.
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Há algum tempo terminei de assistir a trilogia do amor de Chistopher Honoré, composta por Dans Paris, Les Chansons d’Amour e La Belle Personne. Não é bem uma trilogia propriamente dita, mas como nos três filmes o diretor (e roteirista) procura explorar diferentes formas do amor, é então a trilogia do amor.

Posto isso, não será neste post que explorarei o conteúdo das obras e farei uma analise extensa e detalhada sobre os filmes. Não, este post tem outro motivo para estar aqui.

Todos os três filmes são ambientados em Paris e quando eu finalmente assisti ao Chasons d’Amour, eu já tinha visitado a cidade e me peguei tentando descobrir onde as personagens estavam. Alguns lugares foram fáceis de definir, mas teve um, justo onde era a locação do apartamento do Ismael, que eu não conseguia definir… (talvez por ser uma ruazinha d’entre as milhares de ruazinhas que Paris possui).

E então depois de alguns meses procurando a tal rua da locação (tá que não com muito afinco), eu finalmente, hoje, encontrei ! Eis que o apartamento do Ismael ficava na 50 Rue Fbg St Martin, 75010 Paris. (clica na imagem pra ver maior)

Pertinho da Gare du Nord e da Place de la République. Coincidentemente, também pertinho do hotel onde eu e a ficamos. No máximo 15 minutos a pé, 3 minutos de carro; 2 estações de metro.

Eu já planejava, faz um tempinho, procurar no google earth pelas lojas que eu via na fachada do apartamento. Mas sempre tive um pouco de preguiça. Hoje a preguiça não veio tão forte e eu resolvi colocar em prática meu poder de investigação. Deu certo! Olha aqui a “visão de rua” do google maps, pegando a locação exatamente de frente, como vemos bastante durante o filme.

Me sinto satisfeita.

E se você ainda não viu o filme, vale a pena… É sobre um rapaz, o Ismael, ele e sua namorada estão num triangulo amoroso com uma amiga de trabalho dele, mas daí algo acontece e tudo muda radicalmente. Se você já viu o trailer norte-americano, é provavel que fique chocado em como a premissa dele é distorcida ali, quando você assistir ao filme. De todo modo, o filme é bom e as canções são bem produzidas e gostosinhas.

O clipe abaixo é a primeira música do filme, pra dar te dar um gostinho pra ver o filme e pra você ver também o tão falado apartamento do Ismael.

Tempo para Amsterdam Outubro 16, 2009

Posted by Larissa Menon in sentimentalismo.
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12°C
Atual: Parcialmente nublado
Vento: N a 32 km/h
Umidade: 67%
sex
Possibilidade de chuva
14°C | 6°C
sáb
Nublado
13°C | 7°C
dom
Parcialmente ensolarado
12°C | 6°C
seg
Nublado
13°C | 4°C


Puta vontade de tar lá agora…

vc aparece em 2:45 Outubro 16, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, clipes, faculdade, interweb, música, sentimentalismo.
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Leandro Rossi

to me

e tá um arraso

Recebi esse email e achei fofo o suficiente pra postar aqui.

Aproveitando pra comentar o vídeo, essa música é bem besta se formos parar pra pensar, porém ela é executada de maneira satisfatória e combinada com a gravação que os estudantes de comunicação da l’Université du Québec à Montréal, pra mim ficou linda. Aquela coisa bem retrato-da-juventude-sem-dramas-e-só-com-esperanças.

E, ah! A estrutura do lugar dá uma puta vontade de ir estudar lá e coloca a nossa querida Cásper Líbero gostoso no chinelo.

Tempo… Setembro 15, 2009

Posted by Larissa Menon in Ele, sentimentalismo.
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Ele não conseguia entender porque depois de tantos anos, sim, anos, ele ainda tinha dúvidas como aquelas.

E lhe veio à mente que na verdade o que o fazia se questionar daquele jeito era exatamente o tempo. O tempo lhe trouxera incertezas que antes pareciam impossiveis.

Quando eles estavam juntos tudo parecia certo e ele se sentia seguro e agora, anos depois, ele se questionava se o que ele via e sentia que ela sentia eram verdade.

- Maldito tempo, afirmou e silenciou olhando pela janela. E ao ver o mundo lá fora ele pôde ver o quanto tudo que ele viveu sem ela havia sido bom e o quanto o tinha feito crescer. E o quanto o fim daquilo que eles tiveram fora responsavel por esse crescimento, e que na verdade ele sabia que jamais teria feito tudo isso se tivesse continuado com ela, apesar de muito do que ele havia feito ser coisas das quais ele falava com ela.

- E importa?, a questão foi levantada em voz alta, para depois concluir silenciosamente que tudo, absolutamente tudo, havia sido ótimo enquanto ele vivia e que neste momento, depois de todos aqueles anos, ele estava completamente satisfeito e feliz.

- E quanto a isso não há dúvidas.

God Only Knows Julho 30, 2009

Posted by Larissa Menon in bandas legais, exposição, música, sentimentalismo.
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I may not always love you
But long as there are stars above you
You never need to doubt it
I’ll make you so sure about it
God only knows what I’d be without you

If you should ever leave me
Though life would still go on, believe me
The world could show nothing to me
So what good would livin’ do me
God only knows what I’d be without you


13/01/09. Julho 11, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, sentimentalismo, viagem.
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As fotos foram tiradas de dentro da van onde fizemos um tour para conhecer os pontos turisticos iluminados de Paris. Diretamente do banco da frente, atrapalhando o motorista, numa noite fria de janeiro.

L’arc en ciel… Julho 5, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, sentimentalismo.
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Oh, l’arc en ciel! Clair comment l’amour dans les yeux d’un imbécile…

(vale clicar nas imagens e ver o cenário completo)

Michael Jackson Eterno! Junho 25, 2009

Posted by Larissa Menon in clipes, dia-a-dia, interweb, música, sentimentalismo, televisão.
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2594572415_c686b285ea_b Eu costumava dizer, quando era criança, que uma das primas da minha mãe era igualzinha ao Michael Jackson. Era uma coisa tola (e maldosa) de se dizer e por isso mesmo, mantinha esse venenozinho apenas entre meus irmãos e primos.

Hoje o mundo está em luto (duplo, afinal RIP Farrah Fawcett) porque o Rei do Pop morreu. Aos 50 anos, MJ sofreu uma parada cardiorrespiratória e partiu dessa, definitivamente, pra uma melhor.

O cantor não emplacava uma música em primeiro lugar desde 1997, se não me engano, e desde então o que atraiu a atenção da mídia e dos pretensos fãs foi aquela obcessão mórbida que nós, seres humanos, temos pela desgraça alheia. O mesmo sentimento que nos faz diminuir a velocidade ao passarmos por um acidente de transito é o que nos fez olhar pra ele com escárnio e prazer nos últimos 10 anos (pra não dizer mais), apenas pra saber se ele realmente apanhou do pai quando era criança e por isso ele operou o nariz tantas vezes a ponto de chegarem a dizer que o mesmo CAIU de sua face durante um de seus depoimentos sobre ele ter ou não assediado uma criança. Claro que o motivo do assédio (teórica e especulativamente) também tem parte com a sua infância turbulenta.

Esse sentimento é o mesmo agora. É essa sede por detalhes que faz todos olharmos atenciosamente para a CNN español dando o furo ao vivo e sendo reproduzida via Record. Morreu, não morreu? Foi parada cardiorrespiratória? O que a causou? Queremos saciar nosso gosto pela notícia ruim.

Luto, claro. As músicas anteriores ao seu último hit são ícones de toda uma cultura, sim! Ele foi e sempre será o Rei do Pop. Logo agora que ele finalmente voltaria aos palcos, estava dando a volta por cima, estava novamente despertando nosso interesse nele enquanto artista e não apenas celebridade bizonha.

O luto para os fãs, que não chegaram a ve-lo novamente nos palcos é facilmente confortado. Entre uma twittada e outra é fácil de ir ao blip.fm e por uma música dele pra tocar, assistir algum vídeo no youtube e pronto, ele será eterno. O mundo se comove com a perda de um ícone, já eternizado e que últimamente não atingia seu público por meio daquilo que ele será lembrado: seu trabalho.


update: o post deveria ter o clipe de Can’t stop ’til you get enough, mas o wp não quer deixar um subir nenhum video do videolog ou do dailymotion e o youtube não me deixa colocar os vídeos aqui também, então coloquei esse do youtube mesmo só pra fazer charminho e ficar do jeito que eu queria.

Atitude. Junho 19, 2009

Posted by Larissa Menon in Ele, sentimentalismo.
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Pensou sobre aquilo umas 327 vezes apenas na última hora e, claro, estava incerto.

“Cale-se”, disse para si mesmo. No ímpeto agarrou o telefone e discou, mas sequer deixou chamar. Olhou à sua volta…. ninguém (e como poderia ter? Ele estava trancado em seu quarto há horas)!

Discou novamente e dessa vez deixou que tocasse por três vezes. Ouviu um barulho e desligou apressado. Só então ele pensou no quanto seria rude desligar na cara dela. Discou novamente.

Dessa vez ele deixou tocar e tocar e tocar… o suficiente para que a ligação caísse e não, ninguém atendeu do outro lado. Foram dois suspiros. O primeiro de alívio e após uma breve pausa o segundo veio cheio de chateação.

Fitou sua cama com decisão e deitou, ligou o som bem alto e cobriu a cabeça com o travesseiro. Tanto tempo para tomar uma atitude para não ter nem resposta! Tudo tinha que dar errado, incrível!

E então, claro, pegou no sono e esgotado, só acordou tarde da noite. Às onze e quarenta e sete resolveu checar o celular, pensando que já era manhã e que provavelmente havia perdido a hora. No visor aparecia: uma nova mensagem.

“Esperei você ligar, mas nada. Se ainda quiser, cinema amanha?”

Mais uma vez dois suspiros. O primeiro de alívio e o segundo veio carregado de satisfação.

Cesare, Augustus Fevereiro 24, 2009

Posted by Larissa Menon in dia-a-dia, exposição, sentimentalismo.
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A gente nunca sabe se o que a gente deseja vai se realizar, a gente nunca sabe se o que a gente deseja é real ou não. A gente não sabe se o que a gente sente é de verdade até sentir de verdade.
A gente cria expectativas, faz promessas, tem sonhos, deseja sem a garantia da realização. A gente diz que gosta, a gente sente que ama, a gente sente falta.
A gente faz planos e não conta para o outro, a gente precisa contar para o outro cada minutinho do que aconteceu com a gente. A gente fecha os olhos e lembra de um sorriso, do jeito do outro de andar, de um fato engraçado e de momentos aconchegantes.
A gente às vezes se arrepende do que não fez, torce por outra oportunidade e cuida para que ela venha.
Mas a gente não manda no tempo e ele passa sem que se note.
Mas também a gente nota, a gente deita a cabeça no travesseiro com o pensamento longe e se perguntando se chegará o dia em que o outro estará com a cabeça no travesseiro ao lado. Ou com os pés na cabeceira e a cabeça lá nos pés. Às vezes o outro é assim, todo cheio de detalhes. Detalhes que a gente ama e que faz a gente amar.
E tem dias como hoje, em que o beijo vai ter que esperar, o abraço apertado fica para depois e o presente permanece guardado.
E a gente sabe que esperar faz bem, o desejo tá feito e o sentimento guardado no peito.
E então só se pode escrever por aí “feliz 23. Há mais a ser dito, mas não são por palavras escritas que eu devo dizer”.

Te amo.