Baby, i’m rockin’ without you. Novembro 7, 2007
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Há quem diga por aí que eu tenho mal gosto. Ah que absurdo! Como assim mal gosto? Só porque vejo o que é belo onde não é tão obvio? Definitivamente discordo quando dizem isso aí, que eu tenho mal gosto.
Primeiro, não vou concordar que meu gosto é padronizado. Pensando bem eu posso dizer que ele é sim, não nos padrões da “grande massa”, mas tá cheio de gente que acha o que eu acho bonito por aí. Acho até que dá pra fazer um parentese e dizer que eu acho que não existe mais apenas uma indústria cultural. Não não não, não há somente uma. Existe essa aí que nos consome e atinge diariamente, temos Jovempan, temos Rede Globo, temos UOL e Terra, temos Orkut. Agora vem me dizer que essa massa “indie”, “alternativa” que cresce dia-a-dia não tem a sua própria indústria cultural? São centenas de blogs, foruns, sites de música e cultura, festivais, “baladas
“… enfim. Vou concluir logo para não me estender demais, mas o que quero dizer é que nem os mais alternativos estão sozinhos. Eles também estão massificados. Meu gosto está massificado em algum movimento por aí.
O problema é quando meu gosto está sozinho dentro de um grupo onde o processo criativo é importante e a estética é fundamental. Esse ano de 2007 (e que já está acabando!) foi o ano de produção de rádio e Tv. A sala precisava ser dividida em duas turmas, “vamos separar em fundo e frente”, “ok”. E lá estava eu na turma do fundo. Hahaha, soa tão colegial.
Acontece, minha gente, que apesar de eu sentar no fundo eu não penso como a maioria deles e também não gosto do que a maioria gosta. E ainda pra piorar, o fundo é mais colegial do que vocês podem imaginar e menina não faz trabalho com menino. Tão bonito isso de panelinha. A patotinha dos menininhos e a patotinha das menininhas… Acontece, mais uma vez minha gente, que se meu gosto fosse se aproximar do de alguém “dessa turma”, ele se aproximaria do dos meninos. Ou seja, passei um ano produzindo coisas das quais não gosto muito. Ai como dói ser uma sozinha.
O segundo semestre foi pior que o primeiro… porque no primeiro a gente produziu um sitcom e daí pá pum a turma inteira trabalhava junto em Tv. Agora no segundo a coisa dividiu de vez e eu ó, tomei no cu. Ok, não tomei no cu… mas é foda você ter que fazer um trabalho que você não gosta e não acha bonito. E ainda ser avaliado por isso. Vale dizer ainda que no decorrer do ano eu mudei de lugar na sala, fui sentar lá na frente e minha comunicação com as meninas do fundo só existia nas aulas de produção que neste segundo semestre quase não existiram: foram todas práticas.
Eu gosto que me façam pensar, eu quero fazer os outros pensarem, eu gosto de cores, de contraste alto, de luz estourada, de cortes secos, de passagens com continuidade, de planos próximos, de big close, de perfil e eu quero fazer isso nos meus trabalhos.
Nenhum dos meus trabalhos teve isso. Mais do que estéticamente falando (e que é muito importante numa peça audiovisual, convenhamos), eu quero que a mensagem que eu vou passar seja bacana, legal mesmo, que faça pensar. Não quero mais fazer monólogos sobre bebados que não dizem nada de interessante. E eu também não quero mais ter que usar o fundo verde do chromakey como cenário porque ninguém me informa nada e então eu não posso fazer uma das coisas que eu mais gosto de fazer: direção de arte. Não quero ter que colocar mil filtros num video, estragar a gama, não conseguir ajustar o contraste, porque alguém do grupo decidiu que o contraste da luz escura não era legal, porque esse alguém não entendeu que ver só as formas da pessoa era uma escolha estética para passar a mensagem.
Ontem fiz uma dancinha ridícula pra dizer que graças a deus, meu interdiciplinar não vai ser com elas.
Valeu aê, ô universo. Novembro 2, 2007
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Quando o dia começa errado: com você perdendo a hora brutalmente, porque foi dormir tarde achando que seu time ia ganhar do Flamengo em pleno Maracanã. O dia continua errado.
Não importa se teu pai te dá dinheiro e te dá carona até o ponto de onibus. Também não importa se vc pega um onibus relativamente vazio e senta logo. Não importa, simplesmente não importa.
Porque quando você chega na faculdade, uma hora e meia atrasada, as pessoas cretinas, ridiculas e egoístas que existem no mundo mediocre em que você vive VÃO ser ridiculas, cretinas e egoístas.
Quando isso acontece, não há o que você possa fazer, nobre perdedor.
Você vai sair da faculdade às 18:30, sem terminar o que precisava fazer. Você vai sair na chuva, o onibus vai jogar água de valeta em você e você vai terminar a noite sentado no computador.
Quando o dia começa errado, ele vai errado até o final. E nós, pobres ou nobres perdedores, apenas seguimos em frente, sorrindo diante de nossa própria pateticidade, da nossa e da de toda sitação, quando somos atingidos por aquela onda de água suja.
O universo conspira. Conspira ae, otário.
Diarréia Mental #1. Outubro 29, 2007
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Sinto que minha sorte está mudando… pra melhor, pra pior, whatever, o que importa é que ela está mudando.
Outubro foi definitivamente o melhor mês desse segundo semestre (não digo do ano, porque já esqueci do que aconteceu no começo, praticamente hahahaha). Uma mudança de habitos (sério??), um descaso com o mundo, um pouco de esforço da minha parte e cá estamos, sorrindo nessa noite de segunda-feira.
Outubro de dia das crianças (feriado!), Outubro de aniversário do meu pai (comi horrores ontem huhuhuhuhu), Outubro de postergação dos trabalhos, Outubro de coisas, pessoas e situações novas… ou não tão novas assim… ou não tão novas at all.
Meu tornozelo está na posição que faz doer, mas não mudo… acho que gosto dessa dor, já a sinto a tanto tempo que me apeguei a ela. Nas férias vou ao ortopedista, vou olhar meus tornozelos que doem, meus joelhos e ombros que estralam e tudo o mais que eu machucar ou dar mal jeito até lá. Meu joelho direito que travou no treino esse sábado depois que o Marcelo bonito jogou o Gui levinho em cima dele em um ruck. O treino tá sendo misto enquanto o masculino treina para a FUPE, nós somos a oposição. Não que um monte de garotinha realmente impeça a passagem deles, mas nossa oposição faz eles pensarem e isso às vezes eles esquecem de fazer quando tão em campo.
Preciso também ir no oftalmologista ver essa história do grau que aumentou… ontem meu irmão achou meu óculos, mas isso não quer dizer que eu vá usa-lo, afinal ele não tá servindo pra nada com o grau daquelas lentes.
Esse calor maldito ataca minha rinite, que só fica melhor quando eu mexo com pelúcia. Ai que tudo! Queria mesmo é uma Heineken.
Why can’t u see? Outubro 10, 2007
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Se no sábado eu chorei antes de dormir, o domingo compensou.
Não me lembro da última vez que chorei de verdade, por motivos meus, como aconteceu no sábado.
Mas o domingo compensou e como! Celebrando o rugby, vendo o masculino vencer o Eng Mack por 12 a 10 e depois a Argentina ganhar por um placar que não me lembro.
Auto-estima é tudo e se você negar estará mentindo. Eu não gosto de mentiras.
Meus pensamentos ultrapassam o bom senso e quando digo meus pensamentos me refiro a todos eles, mesmo.
Posto ao som de New Order porque gosto de lembrar que há coisas que ainda me fazem muito feliz.
Coisas mínimas como uma música, ou até mesmo um trabalho da faculdade.
Não exijam muito de mim, eu aprendi a não esperar nada de ninguém.
1 a 0 pra Lari. Setembro 17, 2007
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10 a zero na verdade.
No penultimo post, eu reclamei que tinham deletado meu trabalho quase no final e que tive que refazê-lo as pressas e ele ficou ainda maior.
Olha que bacana: tirei 10. Uhul
O volume realmente é importante no mundo acadêmico, amigas! E segundo meu professor eu ainda sou inteligente.
Sim, só vim até aqui pra me gabar.
O drama de um trabalho e outras histórias. Setembro 10, 2007
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-Por coincidência o trabalho era de história. O professor, José Augusto, passou o trabalho na primeira semana de aula, mas como envolvia a escolha de um filme e um texto relacionado e eram muitas opções, vocês sabem: escolhi o texto na quinta feira pré-feriado. O que é isso companheiro? foi o livro e o filme que acabei escolhendo, pois acreditei (errei quando fiz isso) que seria mais fácil (outro parêntese: eu sempre erro quando escolho o mais fácil, sempre! vou começar a escolher o mais difícil pra ver ser muda alguma coisa). Acontece, que apesar do texto fluir bem e da leitura ser rápida e interessante a caça ao filme não foi. Só consegui achar o filme as 15:00 do domingo e claro, o trabalho era pra hoje. Pra melhorar: o filme só tinha em VHS e eu não tenho mais um video-cassete em casa. Vale lembrar também que tô sem computador em casa e teria que fazer a resenha a mão pra daí hoje na aula de programação digitar. Ah é, estou completamente sem sorte.
Assisti ao filme na casa da minha vó, e comecei a tal resenha enquanto via o jogo do Brasil. Enrolei o suficiente para as 9 da noite ter apenas 3 parágrafos. Fui pra casa e terminei a mão, uns pedaços lá. Hoje de manhã estava digitando alegremente meu trabalho, já tinha feito toda a parte que tinha feito a mão, quando o azar bate à porta. Flora Madureira pergunta se pode ver o email dela pra saber se o trabalho dela chegou. Ela abre o email, faz o download do trabalho dela e descobre que o trabalho dela veio pela metade, tomada por raiva e desespero fecha a janela delae a minha!!!!! Quando apareceu a pergunta “deseja salvar?” ELA COLOCOU NÃO e tudo o que eu tinha feito foi pra puta que a pariu. Tá, eu errei, eu deveria ter salvado, mas vai tomar no cu, ela fechou meu trabalho porque ficou puta com o dela que não veio.
Para finalizar a história do trabalho de história, a triste história, eu digitei tudo de novo e ainda fiz uma resenha maior que a que tinha feito antes. E vamos encarar: no meio acadêmico o que importa é o volume.
- Apenas pra dizer que: amo muito a copa mundial de rugby. Tá que não to assistindo direito,
mas do pouco que vi, love it! O primeiro jogo que foi o unico que consegui ver inteiro (porque a maldita ESPN internacional só queria saber de tenis), foi lindo… meio varzea, a Argentina venceu a França por 17 a 12, mas apesar dos erros da França a raça da Argentina fez valer a pena. Pois é… Falando nisso, jogos no Loui-loui são sempre legais
- Tive que fazer um trabalho bacana pro curso de figurino que a cada semana fica melhor, mas deixei pra ultima hora e agora ele não tá pronto, principalmente a parte prática da coisa que era tingir umas roupas velhas em chá preto. Isso faz parte do processo de envelhecimento, que a gente tá criando um figurino de mendigo, hahahaha… quem tiver roupa velha, por favor!
-Cansei, e bem provavelmente vocês também só que lá em cima ainda, hahahaha.
O Rugby e a preguiçosa, ou Como o Rugby Entrou na Minha Vida. Setembro 2, 2007
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Vou contar para vocês como o rugby entrou na minha vida. Não será uma história cheia de emoções e detalhes, corre até o risco de não ser interessante (eu aposto mais na última opção).
Tudo começou no mesmo ano que a temporada onde Ross namorou a Emily no Friends, lembram? Ela era inglesa e ele foi jogar uma partida no parque com os amigos dela. Voltou todo machucado. Achei aquele negócio interessante, mas por ser comodista não fui procurar.
Anos se passaram e eu passei no vestibular, mas o meu interesse por aquele esporte que o Ross jogou no Friends nunca morreu, quer dizer… dormiu um sono bem profundo, quase um coma, mas morrer mesmo não morreu.
Ao entrar na Cásper Líbero, a faculdade que sempre intentei, a única, resolvi que tenho ritmo e coordenação e fui pra bateria. Um mestiço muito louco, que não combina meias com tenis e usa roupas legais, tocador de tamborim e estudante de jornalismo sempre dizia como queria trazer o rugby pra Cásper. Que tinha que ter um time de rugby na Cásper. Um narigudo italiano, tocador de repenique, já formado em PP, mas ainda membro da amada bateria casperiana concordava. E eu só ouvia.
No bar pós JUCA 2006, reunindo a bateria, o bonde dos rebeldes e o pessoal da costa do marfin (não que isso importe), o mestiço e o italiano estavam mais do que nunca decididos a fazer isso dar certo e eu apenas perguntava “vai ter pra menina?”, “menina pode ir?” e eles respondiam que sim.
Os contatos foram feitos, o treinador aceitado, os alunos avisados e o primeiro treino oficial foi marcado para um sábado a tarde na praça da paz, entre os bambus, no parque do Ibirapuera. Consegui minha carona com um veterano meu e lá fui eu: treinar.
Chegando lá, apenas alguns garotos e um senhor simpático estavam parados entre os bambus. Os meninos se prepararam para correr e o treinador, o senhor simpático, me perguntou se eu iria treinar também, respondi um tímido sim e ele me mandou correr. Corri, quase morri, fiz passes, quase morri, corri mais e quase morri mais uma vez. Mas a paixão nasce em qualquer circunstância e o amor sobrevive.
A paixão nasceu naquele sábado ensolarado de muito cansaço, o amor veio logo depois e continua até hoje. E eu, como o amor, sobrevivi.
Ô loco meu! Agosto 26, 2007
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O que passou na minha cabeça quando escolhi meu tema pro artigo de Metodologia de Pesquisa?
A resposta seria nada, mas infelizmente algo aconteceu no meu cérebro e este algo foi a motivação pela preguiça que resultou no desejo de fazer algo fácil. Que mané estudar o uso da psicologia reversa nas obras de Derek Jarman, isso além de sacal, deve dar um trabalho danado e eu queria algo fácil e acessivel. Vocês já sabem qual foi meu erro.
Como diabos fui escolher o homem mais chato da televisão brasileira pra ser meu objeto de pesquisa? Como foi possivel eu acreditar que conseguiria fazer um trabalho sobre “A variação dos quadros do Domingão do Faustão de 2005 até os dias de hoje.”?! Eu sequer assisto esse negócio e não faço idéia de quais quadros existem no programa. Sim, eu me fudi.
Meu objeto de pesquisa está definido é verdade, mas isso é o mais fácil (por mais que o Luis Mauro – outro professor mentiroso, por que professores mentem tanto? – diga que o difícil era escolher o objeto, que depois disso era rapidinho). Difícil é decidir qual vai ser meu tipo de pesquisa: produção, mensagem ou recepção? Produção jamais, eu nunca falaria com ninguém da Globo. Mensagem? Eu teria que ficar assistindo aquela porcaria todo domingo, não obrigada. O Luis Mauro sugeriu eu fazer uma pesquisa de recepção em uma escola de ensino médio com público C e D, aparentemente o público A e B não assume que assiste ao programa. Um saco, eu não queria ter que entrevistar ninguém, eu não queria fazer este trabalho chato.
Eu sei que o problema é o meu tema e não posso negar que cruzei com um material de leitura bem bacana e que me interessa bastante. Pra quarta-feira tenho que entregar a resenha de um livro legal que coloquei na minha bibliografia, que eu já tinha lido uns pedaços sobre televisão. Mas por mais que “A comunicação do Grotesco” (Muniz Sodré) seja um livro bem interessante apesar de antigo, o problema agora é aquele já antigo: Coisas por obrigação são sempre um saco e postergar é sempre a solução.
Valeu Brazil, terça-feira vou estar em parafusos por causa do Fausto Silva.
Maurício Donato e minhas dores no pé. Agosto 25, 2007
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Maurício Donato é a causa da minha dor nos pés. Não hoje, ontem.
Tudo porque ele não poderia ser ele se não nos passasse trabalhos que podemos chamar de “como fazer colegas de sala se odiarem em apenas duas semanas”. A idéia do homem que adora fazer perguntas que abalam estruturas e que sempre nos são relatadas com toques de exagero e mentira foi fazer seus belos alunos se locomoverem do endereço mais legal de São Paulo (Paulista, 900), para um lugar remoto, no caminho da praia e ao lado do metro Jabaquara (Centro de Exposições Anchieta, ou whatever o nome do lugar).
A desculpa que ele encontrou? A feira de tecnologia Broadcast(ing) and Cable, que em 3 dias juntou o que há de melhor em tecnologia audiovisual, da pré-produção à pós. Nós tinhamos que ir até lá e pesquisar com quem fabrica e vende essas coisas muito loucas e high tec informações desde funcionalidade dos equipamentos até os preços propriamente ditos, de venda e locação.
Apesar de ter caído no grupo do Leo Otsuka que é sinonimo de nota 10 e de outras pessoas bacanas, o tema que nos foi sorteado não é tão bacana assim: captação e pós de audio, software e hardware. O audio sofre o maior preconceito e é deixado de lado, esquecidinho… coitado. Saber disso eu sempre soube, mas não pensei que a coisa era tão séria assim. Ok, ele não é tão esquecido assim… tinha uns microfones de mão lá da Sennhein-bla bla bla custava 11.000 reais. Um microfone!
Com uma credencial no peito que dizia (vou tentar fazer um esquema):
Tara Hardcore (Nome)
Cásper Líbero (Empresa)
=^.^= (Cargo)
Passei cerca de 3 horas e meia em pé, indo de um lado pro outro, tentando descobrir se havia ou não algum outro stand além daqueles 3 primeiros que eu e a Helda tinhamos encontrado logo que entramos na feira. Não havia.
A dor no pé agora não doi mais e apesar do cansaço o dia valeu, porque não é sempre em que eu posso ser Tara Hardcore, Hosana Nasal Turas e Felicia Dantas, assim, uma seguida da outra. Além de conseguir vários brindes. Não podemos esquecer que mexer com cameras e gruas caríssimas como se fossem brinquedos não é algo banal e corriqueiro, ou seja, foi do caraleo.

