jump to navigation

God Only Knows Julho 30, 2009

Posted by Larissa Menon in bandas legais, exposição, música, sentimentalismo.
Tags: ,
add a comment

I may not always love you
But long as there are stars above you
You never need to doubt it
I’ll make you so sure about it
God only knows what I’d be without you

If you should ever leave me
Though life would still go on, believe me
The world could show nothing to me
So what good would livin’ do me
God only knows what I’d be without you


Meme das 100* coisas. Maio 21, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, exposição, interweb, viagem.
add a comment

Esse meme vem sendo roubado infinitamente. Todo mundo rouba e todo mundo publica. Hahaha, eu por minha vez, roubei da Fe.

Rouba quem quer, mas atentem: o 68 não existe! Logo são apenas 99 coisas!

1. Criou seu próprio blog.
2. Dormiu sob as estrelas.
3. Tocou numa banda.
4. Visitou o Havaí.
5. Viu uma chuva de meteoros.
6. Doou mais do que podia pra caridade.
7. Foi pra Disneylândia.
8. Escalou uma montanha.
9. Segurou um louva-deus.
10. Cantou solo.
11. Pulou de bungee jump.
12. Visitou Paris.
13. Viu uma tempestade de raios no mar.
14. Aprendeu uma forma de arte sozinho.
15. Adotou uma criança.
16. Teve infecção alimentar.
17. Visitou a Estátua da Liberdade ou o Cristo Redentor.
18. Cultivou seus próprios vegetais.
19. Viu a Monalisa na França.
20. Dormiu num trem-leito.
21. Participou de uma luta de travesseiros.

22. Viajou pedindo carona.
23. Faltou por estar doente quando não estava.
24. Construiu um forte de neve.
25. Segurou um carneiro.
26. Mergulhou pelado.
27. Correu uma maratona.
28. Se escondeu em uma gôndola em Veneza.
29. Viu um eclipse total.
30. Viu o nascer e o pôr-do-sol.
31. Fez um home-run.
32. Esteve em um cruzeiro.
33. Viu as Niagara Falls ao vivo.
34. Visitou o lugar onde seus ancestrais nasceram.
35. Viu uma comunidade Amish.
36. Aprendeu uma língua nova sozinha.
37. Teve dinheiro o bastante pra ficar realmente satisfeito.

38. Viu a Torre Inclinada de Pisa.
39. Escalou nas rochas.
40. Viu “David de Michelangelo.
41. Cantou karaokê.
42. Viu um géiser em erupção.
43. Pagou uma refeição para um estranho.
44. Visitou a África
45. Andou na praia à luz da lua.
46. Foi transportado por uma ambulância.
47. Teve um retrato seu pintado.
48. Pescou no alto-mar.
49. Viu a Capela Sistina.
50. Esteve no topo da Torre Eiffel em Paris.

51. Mergulhou ou fez snorkel.
52. Beijou na chuva.
53. Brincou na lama.
54. Foi a um cinema drive-in.
55. Foi ao cinema.
56. Visitou a Muralha da China.
57. Abriu seu próprio negócio.
58. Teve aula de artes marciais.
59. Visitou a Rússia.
60. Trabalhou em uma cozinha do sopão.
61. Vendeu biscoitos de escoteiras.
62. Admirou as baleias.
63. Ganhou flores sem motivo.
64. Doou sangue.
65. Pulou de pára-quedas.
66. Visitou um campo de concentração nazista.
67. Teve um cheque devolvido.
69. Salvou um brinquedo de infância.

70. Visitou o Lincoln Memorial.
71. Comeu caviar.
72. Fez um quilt.
73. Foi até Times Square.
74. Conheceu os Everglades.
75. Foi demitido.
76. Assistiu a mudança de guardas em Londres.
77. Quebrou um osso.
78. Andou em uma motocicleta de corrida.
79. Viu Grand Canyon ao vivo.
80. Publicou um livro.
81. Vistou o Vaticano.
82. Comprou um carro zero.
83. Andou em Jerusalém.
84. Teve uma foto sua no jornal.
85. Leu a Bíblia inteira.
86. Visitou a Casa Branca.
87. Matou e preparou um animal para comer.
88. Teve catapora.
89. Salvou a vida de alguém.
90. Participou de um júri.
91. Conheceu alguém famoso.
92. Participou de um clube do livro.
93. Perdeu um ente querido.
94. Teve um bebê.
95. Viu o Alamo ao vivo.
96. Nadou no Great Salt Lake.
97. Processou alguém ou foi processado.
98. Teve um celular.
99. Foi picado por uma abelha.
100. Foi ao Canal do Panamá.

Peito pra quem-te-quer Abril 29, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, cinema, exposição, listas, televisão.
3 comments

Saiu a lista dos 5 melhores par-de-peitos de Hollywood. Quem publicou essa lista que causa impolgação entre os homens e uma certa inveja entra as mulheres foi o programa de televisão norte-americano Access Hollywood.

De quem são os lugares?

Os 5 peitos da Hollywood Access

Dando nome aos seios, temos:

1- Scarlett Johansson
2 – Salma Hayek
3 – Halle Berry
4 – Jessica Simpson
5 – Jennifer Love Hewitt

Pois é… O mais engraçado é que realmente, as mulheres dessa lista tem belos seios! Mas eu juro-de-pé-junto que não lembraria de nenhuma delas se fosse estabelecer a minha lista de seios mais bonitos.

Pra quem não sabe, eu gosto de seios, não de uma maneira de atração sexual, mas eu realmente acho seios uma das partes mais bonitas do corpo feminino. Porém, não sou nenhuma especialista e por isso mesmo, a lista que segue é uma lista “amadora” baseada “nas teta” que eu já vi por aí e gostei.

Não ficarei, no entanto, comentando o porque de cada um deles estarem aqui, mas a lista vem em ordem de importância sim!

Dita Von Teese
Dita

Monica Bellucci
Monica

Tyra Banks
Tyra

Catherine Zeta-Jones
Catherine

Fafá de Belém
Fafa
(ok, essa eu vou explicar: Única representante brasileira na lista, Fafá já é uma senhora, mas nunca. Eu digo nunca, deixou a desejar no quesito comissão de frente. Invejo e é verdade)

Alguma peituda foi deixada de lado? Merece ser lembrada? Teria minha memoria falhado?

Cesare, Augustus Fevereiro 24, 2009

Posted by Larissa Menon in dia-a-dia, exposição, sentimentalismo.
4 comments

A gente nunca sabe se o que a gente deseja vai se realizar, a gente nunca sabe se o que a gente deseja é real ou não. A gente não sabe se o que a gente sente é de verdade até sentir de verdade.
A gente cria expectativas, faz promessas, tem sonhos, deseja sem a garantia da realização. A gente diz que gosta, a gente sente que ama, a gente sente falta.
A gente faz planos e não conta para o outro, a gente precisa contar para o outro cada minutinho do que aconteceu com a gente. A gente fecha os olhos e lembra de um sorriso, do jeito do outro de andar, de um fato engraçado e de momentos aconchegantes.
A gente às vezes se arrepende do que não fez, torce por outra oportunidade e cuida para que ela venha.
Mas a gente não manda no tempo e ele passa sem que se note.
Mas também a gente nota, a gente deita a cabeça no travesseiro com o pensamento longe e se perguntando se chegará o dia em que o outro estará com a cabeça no travesseiro ao lado. Ou com os pés na cabeceira e a cabeça lá nos pés. Às vezes o outro é assim, todo cheio de detalhes. Detalhes que a gente ama e que faz a gente amar.
E tem dias como hoje, em que o beijo vai ter que esperar, o abraço apertado fica para depois e o presente permanece guardado.
E a gente sabe que esperar faz bem, o desejo tá feito e o sentimento guardado no peito.
E então só se pode escrever por aí “feliz 23. Há mais a ser dito, mas não são por palavras escritas que eu devo dizer”.

Te amo.

Sanger indaga Janeiro 6, 2009

Posted by Larissa Menon in 3 Perguntas, bacana, exposição.
3 comments

Sanger, sangi, san, sancho. Uma das pessoas mais doces que já conheci na face dessa Terra. Grande amigo grande, com abraço acolhedor e conselhos a serem ouvidos e levados em conta, ficar longe por muito tem faz mal e causa saudades absurdas. Eu sei, porque já fiquei. Guitarrista doidão de metal do diabo, fã de Yu Yu Hakusho, apaixonado. Esse é o sanger. Essas são as perguntas dele:

Sanger: Você se sente limitada/sem privacidade por ter que dividir um computador?

Larissa: Vamos por partes: sem privacidade? Não. Mais do que um computador eu sempre dividi quarto com pelo menos um dos meus irmãos. Sim, aos 21 anos de idade a minha experiência de ter meu próprio quarto é mínima e aconteceu quando eu tinha apenas 7 anos. Dividindo um quarto outra pessoa, eu aprendi a, digamos, me preservar. Não é perder toda a privacidade, perder ou não ter… é conviver num espaço restrito. No computador não é muito diferente, eu aprendi a não largar arquivos comprometedores no desktop, a não salvar arquivos em lugares acessíveis e enfim… sei lá o quanto a gente precisa de privacidade num computador. Agora se eu me sinto limitada? Sim, além da eterna escala de horários para uso do bendito, existe também a questão HD, haahahaha, eu não posso ficar salvando tudo o que bem entendo aqui porque o meu irmão (com quem divido quarto e computador) também tem seu espaço. Então não é limite. É espaço. Meu espaço que seria certamente maior (e será) acaba sendo “limitado” pela divisão com outra pessoa. Tem também o detalhe de eu precisar instalar programas super pesados aqui e que não posso porque esse computador tecnicamente é do meu irmão (o de antes sim era meu, mas quebrou :~~). Mas sei lá, não é algo realmente incômodo.

Sanger: Segundo recentes rumores, você aderiu ao movimento fashion “New Rave”. O quanto você se preocupa com o que você veste?

Larissa: É relativo. Eu me preocupo o suficiente para que eu me sinta bonita e confortável. Isso não é muita coisa, eu vou de pijamas e chinelo pra faculdade e para chegar lá ou eu pego metro ou eu pego dois ônibus, tudo lotado. Eu uso roupa rasgada, manchada, desbotada e sem passar. Mas preciso pensar também que não estou em forma e que nem tudo me cai bem, então não posso usar blusinhas e coisas coladas. Pra mim, mais do que moda ou movimentos fashion, existe algo chamado gosto pessoal. Eu gosto de calças jeans, blusas coloridas, molentons, tênis grandes, vestidos, chinelos e sapatilhas. Sou apaixonada pelos anos 80, sempre fui e todo mundo sabe. O new rave surgiu resgatando as cores e as formas da virada da década, aquele pedacinho do final dos 80 e começo dos 90 que muita gente tenta esquecer, porém não dá pra negar a genialidade modista em transformar algo extremamente brega e antiquado em algo extremamente brega e pós-moderno numa releitura crua, versátil e cheia de cor e energia. Moda pra mim é isso: é bem estar e bom humor. Eu me preocupo pouco com o que eu visto, eu me preocupo em me vestir e estar confortável. Seja do jeito que eu estiver. Eu gosto de me sentir bonita e isso depende dos meus padrões de beleza. Não tem muito a ver com a moda em vigor, apesar d’ela ser fator determinante na hora de comprar itens de vestimenta. (Alor?)

Sanger: Fora em família, você convive com pessoas que considera chatas? Porque?

Larissa: Vou lançar a real: eu não convivo com o povo chato da família porque não faço questão, se é chato e tá por perto eu não dirijo a palavra. Eu tenho um tio absurdamente crianção e paspalho. Um verdadeiro imbecil. Agüentei o indivíduo por toda minha infância e adolescência, praticamente. Aos 17 anos perdi a paciência e mandei ele ficar quieto. Depois disso foi carta branca pra eu poder evitá-lo e ignorá-lo da maneira que acho eficaz. Minha família também, apesar de grande de ambos lados não é lá muito unida e ele é praticamente o único caso de familiar chato que tenho. Fora da família não é diferente. A pessoa me irritou um pouco eu já deixo falando sozinho, paro de olhar na cara, passo reto… Total arrogante, ou não. Cortar relações com que considero chato é o mais cordial que eu posso fazer, afinal, não gera falsidade da minha parte e evita futuras discussões que podem ocorrer devido a minha incapacidade de conter minha acidez. Sim, acontece. É bem comum, quando eu não consigo fugir das pessoas “chatas” d’eu fazer questão em me tornar insuportável até a pessoa não querer mais sequer ver minha cara e aí eu me livro dela :D . Ajuda.

Sobre o modo que nos vemos. Dezembro 6, 2008

Posted by Larissa Menon in cansaço, dia-a-dia, exposição, sentimentalismo.
5 comments

Após longas conversas com os mais variados amigos, cheguei à conclusão de que existem pessoas que se negam a reavaliar a imagem que passam para os outros. Mais do que isso, existem pessoas que se negam a assumir que podem sim estar errados em alguns ou vários momentos… e bom, oportunidades de assumir um erro nunca faltam, afinal, sempre tem alguém que se delicia em apontar o erro alheio (e não raras as oportunidades em que aquele que aponta o erro alheio é exatamente quem se nega a assumir o próprio).

Reparei (e reparamos) que existem pessoas que vivem apoiadas numa certa “sindrome de perseguição” onde o mundo sempre está contra elas e que as pessoas se recusam a entendê-las desde visões gerais sobre temas gerais até detalhes de sua vida particular. São polêmicas e mais polêmicas, confusões, mal entendidos e às vezes um “opa, me expressei mal aí”.

Acontece que o buraco é muito mais embaixo, a questão é que, alo? Será que as pessoas não te perseguem tanto assim e na verdade elas só estão apresentando a realidade pra você… e na realidade você tá errado?! As pessoas são como são, claro, o mundo não quer que você mude. Não! O que o mundo quer é que as pessoas que agem dessa maneira entendam que maturidade não só é um número que representa sua idade, não é só sair sem dar explicação, não é só ganhar dinheiro, não é só dirigir, beber, assistir pornografia, poder dizer pra suas tias e avós e mãe que elas tão erradas, não é só ter relacionamentos adultos (principalmente quando a parte “adulta” fica só no nome).

Maturidade é tudo isso e é também não agir inconsequentemente e conhecer os caminhos que esse tipo de atitude leva, dominar a capacidade de entender e debater, respeitar a opinião alheia, saber que é primordial sempre se expressar da maneira mais clara possível porque tudo é passível de duplas ou triplas ou sei lá quantas possíveis interpretações e (entre outros não citados) finalmente, ser maduro/ter maturidade é ser capaz de conseguir assumir seus erros e mais: ser capaz de perceber que às vezes é necessário mudar de conduta.

Sejamos objetivos: não é nem uma questão de maturidade, não chega à isso, acaba antes. As pessoas precisam perceber que o mundo nos vê como passamos nossa imagem e a melhor maneira de manter nossa imagem num nível seguro é nos preservando. Não é lógico? Pra mim é tão lógico!

Lógico ou não, já foi dito. Auto-preservação é a palavra chave… em todos os sentidos. Quer você tenha feito algo incrívelmente bom ou esteja passando pela pior fase da sua vida, preserve-se. Guarde pra você, porque quem precisa saber do que se passa em sua vida, saberá. Quem te conhece entende o que você quer dizer até mesmo quando você se expressa mal, então não, não tente fazer o mundo comprar suas idéias porque elas podem não ser tão boas assim, como o orkut diz. E mais: o mundo à sua volta aprendeu a ser sutil enquanto você focava em si mesmo, então pare e perceba, existem pessoas tentando te fazer enxergar seus erros em todos os lugares e assim que você enxergá-los o modo como você se vê muda e o modo como o mundo o faz, também.

Proposta do Projeto. Novembro 1, 2008

Posted by Larissa Menon in bacana, cinema, exposição, sentimentalismo.
5 comments

“Vale a pena amar? Fechar os olhos e se jogar de cabeça? E o que é amor na realidade? Seria ele algo que só cresce dentro de nós devido a estimulos externos ou é algo que nasce de dentro pra dentro? O amor é capaz de morrer, de se perder, de se esquecer?

Perguntas que não podem ser respondidas cientificamente, numa formula mágica que permite que todos se arrisquem nesses mares já antes navegados, mas que ainda continuam desconhecidos. Como os europeus acreditavam séculos atrás, muitos acreditam que existam, sim, monstros capazes de devorar cabeças e arrancar corações.

Muitos acreditam e muitos se deparam com esses monstros que dilaceram corações e os devolvem ao seu dono, despedaçados. Mas e se você tiver seu coração quebrado, você nunca mais navegará? O ser humano tem a habilidade de se recuperar, de remendar o que foi danificado e continuar na batalha. Com uma armadura maior, mais forte, com armas mais potentes, mas sempre em busca disso que chamamos de amor.

E nesses mares, nesse quase campo de batalha, nos deparamos com veteranos e novatos, todos determinados a descobrir o desconhecido, preocupados em se ferir e em ferir aquele que se dispõe a acompanha-lo nessa missão. O amor precisa de duas pessoas para acontecer na sua forma plena e carnal.

O medo do desconhecido assola a alma dos mais bravos homens e das mais bravas mulheres, mas não há medo no mundo que nos traga resposta negativa àquela nossa pergunta inicial. Vale a pena amar? Nem o medo diz que não.

Escrevi estas palavras no começo do ano. Bora gravar?

Pelo Cinezine, no Rodaviva com Wagner Moura. Setembro 30, 2008

Posted by Larissa Menon in bacana, cinema, exposição, interweb, televisão.
7 comments

Wagner Moura e eu ali, estragando a foto bacana.

Fui indicada, pelo Tiago Machado para participar do programa Roda Viva da TV Cultura. O convidado seria o Olavo, digo, o Wagner Moura e minha função seria apenas atualizar o twitter do site Cinezine.

Voltei pra casa ontem no fim da tarde, tive tempo para escolher a roupa que usaria e deixar meu cabelo bonito. As 20:30 – pontualmente – o carro da emissora estava em minha porta (acho tão chique quando carros de produções me buscam em casa hahaha). Pegamos a Salim (vocês não andam um quilometro em são paulo sem passar por uma rua ou avenida que nao tenha o dedo do maluf – RISOS) e a Marginal sem transito algum e umas novê-pouco já estava lá.

Aproveito este pequeno parágrafo apenas para dizer que a Fundação Padre José Anchieta humilha a minha Fundação Cásper Líbero. O lugar é enorme, cheio de árvores e lixeiras de coleta seletiva. Nada como o nosso prédio de esqueleto externo que tem 4 vasos de plantas. Muito verde na Cultura e ali na Cásper tudo é num cinza muito sem graça.

Cheguei e fiquei na minha, vocês sabem como eu sou tímida. Então o Fugita (que já tava atualizando o twitter dele loucamente) veio e se apresentou. Logo depois identificamos a Veronica e fomos chamados para a maquiagem.  Quando voltamos Wagner Moura já estava lá, rodeado de pessoas que falavam muito e ele apenas concordava.

@vmambrini, @fugita e @cinezine

@vmambrini, @fugita e @cinezine

Fomos levados para o estúdio e lá ligamos os computadores, nos acomodamos nas cadeiras e checamos nossa conecção. Todo mundo pronto: o programa ia entrar no ar. Na verdade, o programa entraria no ar mesmo que nao estivessemos prontos, né huahua.

Pra mim, que passo praticamente o dia inteiro online e no meu twitter, atualizar dali do programa foi uma experiência completamente nova. Estar ali ao vivo dando minhas impressões sobre o que as pessoas também estavam vendo, só que de casa, e lendo o retorno delas faz a ferramenta ficar ainda mais interativa. Acho até que assistir o programa assim, acompanhando pelo twitter de quem está lá ao vivo é também uma experiência bem diferente do que assistir passivamente.

Wagner Moura na arena

Dali de cima é possivel ver tudo. Os três câmeras, todos os jornalistas e toda a produção do lado de fora do cenário, que é maior do que eu imaginava. Era muito bom ver o Capitão Nascimento, digo, Wagner Moura girando de uma lado pro outro pra olhar a pessoa que perguntava. Se bem que é interessante e preciso apontar que a Mônica Bergamo era praticamente a única que perguntava, não porque os outros não tinham o que perguntar, mas sim porque ela não conseguia se controlar.  Ainda nesse tema, era delicioso ver a cara da Nina Lemos ouvindo o que o ator tinha pra dizer, às vezes ela inclinava a cabeça pra direita e abria a boca de um jeito eu poderia jurar que ela não tava compreendendo porra nenhuma, mas tentando entender do que é que aquele homem estava falando. E então ela baixava a cabeça escrevia alguma coisa, rabiscava outra e então partia para a batalha que era tentar fazer uma pergunta antes que a Mônica Bergamo fizesse outra.

Quando a Lilian Witte Fibe falou meu nome pela primeira vez eu quase morri no ar. Eu tinha certeza que eu seria a última a ser anunciada e estava tranquila e então a ouvi dizendo meu nome e olhei para uma das televisões que existem no estúdio e vi a minha cara ali na tela e então pronto: Morri de vergonha. Eu também estava online no msn e meu irmão vinha a cada intervalo dar as impressões que minha família estava tendo enquanto acompanhava o programa. “O pai tá falando pra você tirar a mão do queixo”. Passei o resto do programa tentando evitar a minha tão costumeira mão no queixo de quando estou no computador.

Depois de uma hora e meia praticamente o programa chegou ao fim. Juro pra vocês que não vi a hora passar, foram 64 atualizações pelo @cinezine e mais algumas pelo @lariica. Foi muito gostoso meeesmo atualizar o twitter de lá, até porque o @tiagomx, a @jussaraleite e a @marianacosta acompanharam firmes e fortes toda a corbertura, do início ao fim.

Fica aqui então meu agradecimento ao Tiago, que me colocou pra dentro desse esquema bacana, à Isabel lá da Cultura que foi super atenciosa o tempo todo, mas que eu quase não vi lá. Ao Fugita e à Veronica que estavam lá ao vivo fazendo o mesmo que eu. E claro, ao Wagner Moura por ser esse bom ator que é, além de ator bom, apesar de um pouco magrinho agora. hahahaha.

Mãozinha na cintura.

Mãozinha na cintura.

Memêzinho nhunho. Julho 31, 2008

Posted by Larissa Menon in bacana, exposição, interweb.
add a comment

Roubei da lá no eles3, e é isso aí… pequena enquete apenas pra movimentar o brinquedo da lari hihihihi, como é bacana passar pra frente: Glauber, Luiz e hm só HAHAH repondam?

COMPLETE:

- Eu tenho: 3 irmãos, uma gata, preguiça e 21 anos.
- Eu desejo: estabilidade monetária, uma videoteca (dvdteca seilá) e uma dicosteca, delicia!
- Eu odeio: pose.
- Eu escuto: Vixe, pergunta dificil, mas vamos lá: eu escuto Joanna Newsom, New Order, Misfits e Explosions in the sky.
- Eu tenho medo de: Altura, andar de carro, andar de avião e principalmente DE MORRER!
- Eu não estou: Satisfeita, nem empregada ¬¬”
- Eu estou: num eterno processo de aperfeiçoamento…
- Eu perco: TUDO! Dinheiro, ingresso de cinema e principalmente: tempo!
- Eu preciso: De roupas novas.
- Me dói: O tornozelo.

SIM OU NÃO?

- Tem um diário? Não, sempre tentei ter, nunca consegui.
- Gosta de cozinhar? Adoro, mas não me pressionem.
- Gosta de tempestades? Amo!! Uma das coisas mais lindas que posso vivenciar.
- Há algum segredo que vc não tenha contado à ninguém? Sim, quer que eu conte? LOL
- Acredita no amor? Sim!!!
- Toma banho todos os dias? Ban- o quê? Hahahaha, mentira, adoro tomar banho, assim como escovar os dentes.
- Quer casar? Sim, por favor.
- Quer ter filhos? Pode passar na minha comanda, mas posso tipo, comprar? Não piro muito nessa vibe de engravidar não…

QUAL É…

- A frase que mais usa no msn: Nasofilia. Excitación ante una nariz de gran tamaño.
- Sua banda favorita: New Order, de longe… mesmo que o meu last.fm diga o contrário hahaha.
- Seu maior desejo: Não faço idéia, muda tanto.
- 3 Lugares estranhos em que vc transaria: Hohohohohohohoho: igreja, metrô e

OUTRAS PERGUNTAS:

- Signo: Câncer.
- Cor dos olhos: Verdes.
- Numero favorito: Acho que 8, mas prefiro impares hahahaha, q?
- Dia favorito: Em número ou da semana? Da semana no momento é quarta-feira e do mês eu nunca pensei nisso…
- Mês favorito: Julhooooo!
- Estação do ano favorita: Inverno (quando ele acontece, é claro).
- Café ou chá? Café: de morno pra frio, forte e doce!

VOCÊ…

- Tem problemas de auto estima: Eu diria que tenho problemas com insegurança.
- Abriria mão de ficar com alguém muito gato por respeito ao próximo: Claro, a carne aguenta o que o coração não.
- Iria a uma micareta: Sim, música se suporta e eu nunca participo de pegação alguma hahaha…
- Cuidaria de amigos bêbados: Já fiz isso taaaaaaaanto, mas só se for amigo…
- Dá toko sem problema nenhum: Gente! hahahaha li essa pergunta agora e li “dá o toko sem problema algum” hasuiahsud achando que era pergunta sobre dar o cu…hasuidhsu achei mega estranho!! Mas então, eu sempre tento ser o mais delicada possivel, sendo a pessoa minha amiga ou não e desde que ela entenda o recado.

NAS ULTIMAS 24H VOCÊ…

- Chorou? Não, mas quase.
- Ajudou alguem? Sim, mas não em coisas mega importantes :) .
- Ficou doente? Não, nunca fico, é incrível!
- Foi ao cinema? Não, mas teria ido…
- Disse “te amo”? Sim <3
- Escreveu uma carta? Serve e-mail?
- Falou com alguem? Sim, né… já me viu NÃO falando?
- Teve uma conversa séria? Sim, probleminhas resolvidos por enquanto!
- Perdeu alguem? Não, mas se vc estendesse pra 24 meses a lista não seria pequena… e olha que ninguém morreu…
- Abraçou alguem? Sim =^.^=
- Brigou com algum parente? Nope.
- Brigou com algum amigo? Nope, sou um amorizinho :D

ALGUMA VEZ VOCÊ PODERIA…

- Beijar alguem do mesmo sexo? De língua? Não sei mesmo!
- Fazer sexo com alguem do mesmo sexo? Acho que não :S
- Saltar de paraquedas? Paraquedas envolve duas coisas: altura e avião… hahahah então provavelmente não!
- Cantar em um karaoke? Claro, quem se fode é quem tá ouvindo, mesmo!
- Ser vegetariano? Fácil, fácil.
- Se embebedar? Orra!
- Roubar uma loja? hehehehehe, oi?
- Se maquiar em publico? Claro. A girl gotta do what a girl gotta do!

Luiz questiona. Julho 28, 2008

Posted by Larissa Menon in exposição, interweb, rugby, sentimentalismo.
3 comments

Voltando ao joguinho básico das 3 perguntas, hoje respondo as do Luiz.

Luiz “Bejota”, dos primórdios das minhas experiências internéticas até hoje em dia. Distância saudável, memória presente. O cara que provavelmente melhor me conheceu durantes meus circa 15 anos. Companheiro de zona leste, santista de coração, punkrocker desde que o conheço por gente.

Luiz: Lari, como foi evoluir daquela menina feliz e saltitante que digitava “tim bim” e gostava de blink para a celebridade internética que você é hoje?
Larissa: Oi q? Enquanto a Globo não vier tomar café na minha cozinha eu não me considerarei celebridade internética. E sei lá, outro dia um cara me perguntou o que eu fazia na vida real e eu respondi pra ele que isso é a vida real. Não é a tela de um computador e o poder de pensar o que vou dizer antes de digitar que me transformam em outra pessoa… sempre me envolvi demais com o que acontece nesse mundinho virtual, seja em foruns da vida, em blogs, fotolog, msn… A Larissa Menon que vocês leem aqui é a mesma Larissa Menon que vocês encontram na rua. E bla bla blá, falei tudo isso apenas pra dizer que sim, houve sim uma evolução da garota que escrevia “tim bim” para a garota que escreve também e morre de raiva de quem abrevia palavras. A questão é que a vida cobra isso da gente… Você pode até continuar a pessoa retardada de piadas sem graça e conteúdo interno que só os seus amigos vão entender, mas a questão é que não é possivel ser assim o tempo todo e mais. A vida te apresenta situações, questões, problemas, vivências e elementos (entre outras mil coisas) que te acrescentam. Simples assim, ou você acha que eu não ouço mais Blink182? (ok, eu não escuto mesmo hahah), eu ainda fecho os olhos pra cantar Carroussel quando ela toca. Mas sei lá (e eu nunca sei), tudo isso que a vida joga na nossa cara faz com que a gente mude nossos parametros, a média sobe e um 5 não é mais suficiente. Deu pra entender?

Luiz: Como é a vida de uma jogadora de rugby, no mundo atual? Rola muito preconceito por parte da sociedade, pelo fato de você ser menina?
Larissa: No meu mundo atual a vida de uma jogadora de rugby não existe, hahahahaha… acontece que meu tornozelo ainda está zuado e eu ainda não terminei minhas sessões de fisioterapia. Mãs, falando de uma maneira geral a vida de uma jogadora de rugby no Brasil é quase como a vida de um jogador de rugby no Brasil, contando que as dificuldades talvez sejam dobradas. Os torneios são poucos, os times são poucos, as jogadoras são poucas e o apoio é pouco. A parte boa dessa história é que quando uma mulher entra pro rugby ela leva pra vida, vira amor, é impossivel abandonar… A gente até se afasta, mas esse esporte entra no coração, no sangue e não sai mais! A parte melhor ainda é que se você se leva a sério e leva o esporte a sério também você pode se destacar, começar a treinar com a seleção e levar o nome do Brasil pra fora. Vale lembrar que a nossa seleção de Sevens é super bem cotada, campeã sul-americana e tudo mais e esse ano conseguiu se classificar pra copa do mundo feminina de sevens (chequem essa informação, minha memória pode ser falha). É uma delicia, sabia? E sim, rola preconceito sim! Há quem ache, pense e diga que mulher jogando rugby é só um jeito de se aproximar de homem. Balela pura, ninguém pratica um esporte por 7 anos apenas pra pegar cara, chega a ser patético esse tipo de pensamento.

Luiz: Você se sente segura em afirmar que a vida não deve ser assim?
Larissa: Não, não me sinto… mas afirmo. Não vou discutir o clichê do “uns com tanto e outros com tão pouco” de maneira socio-economica, nem politico-social. Só digo que não existe porra de segredo nenhum e não há pensamento positivo no mundo que ajude. Não é tudo o que eu quiser que o cara lá de cima vai me dar e isso é uma merda. A gente corre atrás, corre e corre mais um pouco e as vezes as coisas simplesmente não mudam, ou mudam em passos de formiga e a gente não tem tempo pra esperar… ou não quer.
A vida não deveria ser assim, a gente deveria ser mais paciente, a gente deveria se esforçar mais ainda e o mundo deveria ser mais fácil. Pirei? Talvez… a verdade é que enquanto tem gente que por motivos de timing (eu super acredito nisso) conseguem as coisas, outros não. Por isso digo que a gente deveria saber esperar, porque quando a gente aceita a lentidão do universo as coisas acontecem e a vida é do jeito que ela deveria ser.
Oi?