Outubro 23, 2009
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O wordpress s a b o t o u meu post, broxei.
Atualização – O Retorno. Abril 23, 2009
Posted by Larissa Menon in cansaço, dia-a-dia, faculdade, interweb, viagem.1 comment so far
O que eu poderia estar fazendo nos últimos dois meses de tão importante que me impediu de postar por aqui? Essa não é a pergunta que não quer calar, mas responderei mesmo assim.
Nos últimos dois meses, muito daquilo que eu esperava aconteceu, e agora eu voltei a esperar. Engraçadinho né? As vezes é assim que funciona mesmo, doses homeopáticas até o tratamento intensivo, é um processo, uma estrada… feita para ser desfrutada a dois.
A faculdade tem consumido todo o meu tempo útil, sim. Isso é um fato, notem. Além das matérias, claro, e do óbvio TCC (que está indo muito bem, obrigada), estou correndo contra o tempo na saga das comissões. Esse fim de semana é o nosso primeiro churrasco dos formandos e falta menos de um mês para a 3ª Semana do Audiovisual lá da Cásper Líbero. Estou exausta, mas curto muito enviar e-mails explicativos, explicadinhos, grandes e detalhados. Adoro! Escrevo, falo, desabafo, organizo todas as idéias e clico no send.
E na Internet? Como assim?! Ah sim, claro. Amigos, o Facebook, mais do que nunca se consolidou na realidade virtual brasileira. Eu, claro, vanguardista que sou, estou lá há tempos… porém, tem cerca de um mês apenas que eu descobri a maior maravilha dessa rede social: O MAFIA WARS. Sim! Merece até ficar completamente em caixa-alta. Estou apaixonada e é recíproco. Se você ainda não tem um facebook, vá lá e faça seu trabalho. E claro, entre pra minha máfia.

Criei finalmente um perfil no vimeo.
Finalmente comecei a usar o google reader e minha vida melhorou 356%. Obrigada.
Tranquei meu perfil do orkut e você só poderá desfrutar do nada que eu tenho ali se for meu amigo. Tranquei meus updates do twitter e agora vão pensar que sou importante demais. Mas é que rolou uma bad vibe por aí e sabecomoé, né?
Falando em twitter e aproveitando que ja falei do facebook, comecei a usar o TweetDeck, ele é ótimo, e super recomendo. Ele atualiza sozinho os updates dos seus amigos, suas replies, suas directs, os updates dos seus amigos no facebook, comprime endereço, atualiza o TwitPic e muito mais!

Agora vou dizer, aqui do lado, tenho nos links relacionados, blogroll sei lá o que, o link da Missbehave. CLIQUEM (sim, também merece a caixa-alta)!!! Essa revista, baseada em NYC tem o meu senso de humor, é maravilhosa, é tudo de bom, é meu sonho de consumo literário e no caso, trimestral. Ou era. Acontece-que a revista parou de ser publicada e começou a ser somente online. Eles já publicavam o conteúdo dela online, mas agora é só online e fimdepapo. Como eu descobri a belezoura? Numa banca de jornal gigantes na hauptbahnhof de Frankfurt enquanto eu e a Fe esperávamos nosso trem pra Salzburg. Com a Chloe na capa. Comprei. Me apaixonei, jurei amor eterno e esqueci ou no hotel em Salzburg, ou no trem pra Veneza. Depressão, claro. O site veio pra suprir, com o nome dele ali no reader ficando em negrito toda hora. Ai delicia!
Sobre o modo que nos vemos. Dezembro 6, 2008
Posted by Larissa Menon in cansaço, dia-a-dia, exposição, sentimentalismo.5 comments
Após longas conversas com os mais variados amigos, cheguei à conclusão de que existem pessoas que se negam a reavaliar a imagem que passam para os outros. Mais do que isso, existem pessoas que se negam a assumir que podem sim estar errados em alguns ou vários momentos… e bom, oportunidades de assumir um erro nunca faltam, afinal, sempre tem alguém que se delicia em apontar o erro alheio (e não raras as oportunidades em que aquele que aponta o erro alheio é exatamente quem se nega a assumir o próprio).
Reparei (e reparamos) que existem pessoas que vivem apoiadas numa certa “sindrome de perseguição” onde o mundo sempre está contra elas e que as pessoas se recusam a entendê-las desde visões gerais sobre temas gerais até detalhes de sua vida particular. São polêmicas e mais polêmicas, confusões, mal entendidos e às vezes um “opa, me expressei mal aí”.
Acontece que o buraco é muito mais embaixo, a questão é que, alo? Será que as pessoas não te perseguem tanto assim e na verdade elas só estão apresentando a realidade pra você… e na realidade você tá errado?! As pessoas são como são, claro, o mundo não quer que você mude. Não! O que o mundo quer é que as pessoas que agem dessa maneira entendam que maturidade não só é um número que representa sua idade, não é só sair sem dar explicação, não é só ganhar dinheiro, não é só dirigir, beber, assistir pornografia, poder dizer pra suas tias e avós e mãe que elas tão erradas, não é só ter relacionamentos adultos (principalmente quando a parte “adulta” fica só no nome).
Maturidade é tudo isso e é também não agir inconsequentemente e conhecer os caminhos que esse tipo de atitude leva, dominar a capacidade de entender e debater, respeitar a opinião alheia, saber que é primordial sempre se expressar da maneira mais clara possível porque tudo é passível de duplas ou triplas ou sei lá quantas possíveis interpretações e (entre outros não citados) finalmente, ser maduro/ter maturidade é ser capaz de conseguir assumir seus erros e mais: ser capaz de perceber que às vezes é necessário mudar de conduta.
Sejamos objetivos: não é nem uma questão de maturidade, não chega à isso, acaba antes. As pessoas precisam perceber que o mundo nos vê como passamos nossa imagem e a melhor maneira de manter nossa imagem num nível seguro é nos preservando. Não é lógico? Pra mim é tão lógico!
Lógico ou não, já foi dito. Auto-preservação é a palavra chave… em todos os sentidos. Quer você tenha feito algo incrívelmente bom ou esteja passando pela pior fase da sua vida, preserve-se. Guarde pra você, porque quem precisa saber do que se passa em sua vida, saberá. Quem te conhece entende o que você quer dizer até mesmo quando você se expressa mal, então não, não tente fazer o mundo comprar suas idéias porque elas podem não ser tão boas assim, como o orkut diz. E mais: o mundo à sua volta aprendeu a ser sutil enquanto você focava em si mesmo, então pare e perceba, existem pessoas tentando te fazer enxergar seus erros em todos os lugares e assim que você enxergá-los o modo como você se vê muda e o modo como o mundo o faz, também.
A Obrigação. Setembro 20, 2008
Posted by Larissa Menon in cansaço, cinema, dia-a-dia, faculdade.2 comments
Sábado a noite e eu lendo textos de ciência política.
Por que tudo na vida assume uma carga negativa quando é obrigatório? Pois eu sinto que eu adoraria ler sobre marketing político se não fosse para responder aquelas perguntas no final para a próxima quinta. Sinto também que estaria me deliciando clicando em links sobre o cinema da retomada e o cinema novo, além das chanchadas se não fosse para o trabalho de cultura brasileira.
E é sempre assim, ficou obrigado: ficou chato. Na verdade, pensando agora eu acho que não é que a coisa ficou chata porque é obrigatória, mas essa falta de vontade e interesse da nossa parte surge por insegurança. “E se eu fizer tudo isso e no final ficar horrivel?”, “vou muito tirar 3 nessa porcaria”. Essas aspas são meramente ilustrativas, mas é verdade!
Lembro que ano passado eu precisava fazer uma resenha comparando o texto do O que é Isso Companheiro com o filme. Eu, claro, enrolei até o último minuto para assistir ao filme. Depois disso feito, enrolei até o último minuto para escrever a tal resenha. Escrevi, claro… e só na metade é que comecei a apreciar a escrita, percebi que tinha conhecimento suficiente para escrever sobre aquilo e daí então foi muito gostoso.
Acho que cheguei a postar sobre o ocorrido desse trabalho. Estava terminando de transcrevê-lo para o computador lá na faculdade, uma hora antes da entrega e uma amiga minha o deletou sem querer. Depois do drama escrevi mais uma vez e dessa vez melhor ainda. Afinal, eu já sabia o que ia escrever então pude fazer isso com muito mais habilidade.
Ciência Política e Cultura Brasileira ainda estão “chatas” porque ainda não sei se vou dar conta de cumprir a altura com meus deveres. No fim a gente sempre entrega o trabalho, mas o durante é sempre esse desgosto. Talvez daqui umas duas semanas eu possa contar a vocês se me dei bem ou não. Ou não.
Eu nem sei em qual dia da semana nós estamos… Junho 6, 2008
Posted by Larissa Menon in cansaço, dia-a-dia, exposição, sentimentalismo.add a comment
Quem dirá do mês. Mas a OFFLINE desse mês chegou me dizendo que o dia dos namorados tá aí (so what?) e me deu várias dicas de como gastar meu dinheiro em coisas caras pro amoreco que eu não tenho.
As últimas semanas foram corridas, teve JUCA, teve volta de conversa com contatos, teve uma Larissa entrando em parafusos sentindo falta das pessoas, teve muita música boa por aqui também (ainda bem!) e sei lá…
Meus piripaques de abstinencia de certa pessoa aparentemente se foram, pensei muito muito, muito mesmo e talvez (como sempre) eu posso ter exagerado só um pouquinho, talvez porque eu seja mesmo rancorosa como um amigo me disse outro dia. Que seja, tô mais conformada.
Menos de um mês pras férias, pouco mais de um mês pros meus 21 anos (eu vivo contando o tempo) e eu a-ca-bei de lembrar que esqueci de colocar um cronograma no projeto do meu curta. Beleza!
Quero jogar poquer… e esse post parece um twitter expandido… bla bla bla.
Untitled Maio 3, 2008
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To numa vibe de vocal feminino… Regininha Spektor, Katiazinha Nash, vocês sabem. Mas Joanninha Newsom chuta a bunda das bonitinhas ali. Acho que o que a poe na frente delas é que Joanna É diferente, sabe? A voz dela lembra a da Bjork, mas com algum tipo de retardamento mental, os gritinhos dela cabem nas musicas, casam com a harpa… e aaah ELA TEM UMA HARPA! É muito bonito tudo junto e ela faz musicas longas… e eu adoro musicas longas!
Penultimo feriado prolongavel do ano tá indo embora, no proximo: JUCA, sem rugby feminino.
Tornozelo ainda zuado, academia bombando, aparelho doendo, consciencia pesando e coração batendo… volto depois.
Just checkin’ Fevereiro 7, 2008
Posted by Larissa Menon in aparelho, cansaço, cavh, exposição, faculdade.2 comments
Estou viciada no poker, com o aprendizado de holandes parado e uma vontade momentanea porém tremanda de vomitar. Não foi nada que eu comi (apesar de só ter comido besteira hoje), ou coisa do tipo… Essa vontade foi causada por aqueles sentimentos bons como a inveja e a raiva, que pessoa de bom coração não cultiva tais sentimentos?
Tá tudo tão bom que é quase necessario querer que melhore e como não melhora a gente reclama, eu reclamo! Eu reclamo, vocês sabem… Não reclamo porque tá ruim, mas sim porque podia estar melhor.
Amanhã é dia de trote, mas resolvi dar um pelé e mandar tudo pra puta-que-pariu. Semana que vem tenho que cumprir o calendário do C.A.V.H. (preciso olha-lo novamente) e voltar à minha rotina de dormir as 9pm. Ah como é bom! Tô curiosa.
O bom é que vou voltar a ver todo-santo-dia pessoas que eu não vejo desde novembro ou dezembro do ano passado (ai, to com tontura)… pessoas que vi durante as férias mas sinto igual saudade, talvez maior, talvez pelo grau de intimidade e importancia. Pena que tem gente que é quase impossivel matar a saudade de um abraço, da voz reclamona de uma pessoa.
Continuo evitando que tudo-o-que-há-de-bom no mundo, e que não faz parte da minha dose diária, não vire uma gastrite enquanto ajusto com a mão o braqueti que descolou justamente num dente da frente e me lembro de não mexer muito pra direita o meu pé direito.
Here’s a song from deep in the hole. Novembro 18, 2007
Posted by Larissa Menon in bacana, cansaço.3 comments
Mas o que é que eu faço com o pouco que consigo se eu quero muito mais?
As vezes é preciso abaixar as armas e deixar que a caça se aproxime, não é? Eu nao posso ficar atirando pra tudo quanto é lado esperando que um passaro caia na minha cabeça. É feio. Eu acho feio.
Eu sei o que eu quero e não sei como conseguir… exatamente o oposto do que o Johnny Lydon (ou Rotten, você escolhe) cantava nos idos anos 70 .
Ó amyga, to insatisfeita, tá vendo?
Vocês não estão co-la-bo-ran-do. Vou demiti-los, tipo o Justus, só que eu pisco.
la la la la la la la la la
sick from the sea sick from the air
sick from the view there’s nobody there
just want a taste to feel like i did
the night that you came to the hole where i hid
when they let you down it’s all you need to know
here’s a song from deep in the hole
Valeu aê, ô universo. Novembro 2, 2007
Posted by Larissa Menon in cansaço, dia-a-dia, exposição, faculdade.4 comments
Quando o dia começa errado: com você perdendo a hora brutalmente, porque foi dormir tarde achando que seu time ia ganhar do Flamengo em pleno Maracanã. O dia continua errado.
Não importa se teu pai te dá dinheiro e te dá carona até o ponto de onibus. Também não importa se vc pega um onibus relativamente vazio e senta logo. Não importa, simplesmente não importa.
Porque quando você chega na faculdade, uma hora e meia atrasada, as pessoas cretinas, ridiculas e egoístas que existem no mundo mediocre em que você vive VÃO ser ridiculas, cretinas e egoístas.
Quando isso acontece, não há o que você possa fazer, nobre perdedor.
Você vai sair da faculdade às 18:30, sem terminar o que precisava fazer. Você vai sair na chuva, o onibus vai jogar água de valeta em você e você vai terminar a noite sentado no computador.
Quando o dia começa errado, ele vai errado até o final. E nós, pobres ou nobres perdedores, apenas seguimos em frente, sorrindo diante de nossa própria pateticidade, da nossa e da de toda sitação, quando somos atingidos por aquela onda de água suja.
O universo conspira. Conspira ae, otário.
Diarréia Mental #1. Outubro 29, 2007
Posted by Larissa Menon in bacana, cansaço, exposição, faculdade, rugby.3 comments
Sinto que minha sorte está mudando… pra melhor, pra pior, whatever, o que importa é que ela está mudando.
Outubro foi definitivamente o melhor mês desse segundo semestre (não digo do ano, porque já esqueci do que aconteceu no começo, praticamente hahahaha). Uma mudança de habitos (sério??), um descaso com o mundo, um pouco de esforço da minha parte e cá estamos, sorrindo nessa noite de segunda-feira.
Outubro de dia das crianças (feriado!), Outubro de aniversário do meu pai (comi horrores ontem huhuhuhuhu), Outubro de postergação dos trabalhos, Outubro de coisas, pessoas e situações novas… ou não tão novas assim… ou não tão novas at all.
Meu tornozelo está na posição que faz doer, mas não mudo… acho que gosto dessa dor, já a sinto a tanto tempo que me apeguei a ela. Nas férias vou ao ortopedista, vou olhar meus tornozelos que doem, meus joelhos e ombros que estralam e tudo o mais que eu machucar ou dar mal jeito até lá. Meu joelho direito que travou no treino esse sábado depois que o Marcelo bonito jogou o Gui levinho em cima dele em um ruck. O treino tá sendo misto enquanto o masculino treina para a FUPE, nós somos a oposição. Não que um monte de garotinha realmente impeça a passagem deles, mas nossa oposição faz eles pensarem e isso às vezes eles esquecem de fazer quando tão em campo.
Preciso também ir no oftalmologista ver essa história do grau que aumentou… ontem meu irmão achou meu óculos, mas isso não quer dizer que eu vá usa-lo, afinal ele não tá servindo pra nada com o grau daquelas lentes.
Esse calor maldito ataca minha rinite, que só fica melhor quando eu mexo com pelúcia. Ai que tudo! Queria mesmo é uma Heineken.

