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NIN: We’re in this together janeiro 24, 2010

Posted by Larissa Menon in bacana, bandas legais, clipes.
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Poderosíssimo, não quero (ou preciso) comentar nada.

you and me
we’re in this together now
none of them can stop us now
we will make it through somehow
you and me
if the world should break in two
until the very end of me
until the very end of you

all that we were is gone we have to hold on
all that we were is gone we have to hold on
when all our hope is gone we have to hold on
all that we were is gone but we can hold on

you and me
we’re in this together now
none of them can stop us now
we will make it through somehow
you and me
even after everything
you’re the queen and i’m the king
nothing else means anything

Amsterdam janeiro 16, 2010

Posted by Larissa Menon in bacana, fotografia, sentimentalismo, viagem.
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Era este o lugar onde eu estava há exatamente um ano.

Tá que nesse vídeo quase não se vê a cidade, mas apenas pra celebrar hahaha… E então hoje, estava matando o tédio no tumblr e me deparei com umas fotos lindas, tiradas da cidade.

Elas são de um fotógrafo amador conhecido no flickr como MorBCN. Muitas de suas fotografias usam o método HDR, ou high dynamic range, que básicamente é um conjunto de técnicas que permite uma dinamica maior entre a luminância das áreas mais escuras de uma fotografia com as mais áreas mais claras.

Achei tudo muito complicado, haha, mas o resultado é definitivamente lindo:

Saudade registrada.

Neurosis: From where it roots run dezembro 29, 2009

Posted by Larissa Menon in bandas legais, clipes, música.
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Eu bem que procurei descobrir quem foi o diretor deste clipe, mas não encontrei nada.

From Where it Roots Run está no A Sun that Never Sets de 2001, o sétimo disco da banda.

No clipe vemos um homem que caminha até uma árvore seca e então se amarra pelos pés, de ponta cabeça sob o sol tórrido daquele deserto onde se encontra. Simple e poderoso, como a própria música.

Achei justo compartilhar com vocês algo deliciosamente bom, nesse final de 2009.

Enquanto isso, dezembro 26, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, interweb, sentimentalismo.
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Neva no hemisfério norte.

Paris

Sul da Holanda

Nashville

Lindo.

This blue eyed boy dezembro 25, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, bandas legais, música, sentimentalismo.
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Fodece o penalti, New Order <3

The hope I held inside
With you, was kept alive

Like a bright light on the horizon
Shining so bright, he’ll get you flying
He’ll drive you away, he’ll drive you insane
But then he’ll remove all of your pain

Tempo para São Paulo… NOT dezembro 11, 2009

Posted by Larissa Menon in interweb.
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A meteorologia do google tá dizendo que agora faz -7ºC aqui em São Paulo, e a previsão é de neve para os próximos dias.

Ah se fosse verdade…

Tempo para Amsterdão. dezembro 7, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana.
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Segundo o google, faz 7ºC em Amsterdam.

Do want

Lisboa e o primeiro trem novembro 27, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, dia-a-dia, viagem.
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O plano era simples: Janeiro de 2009, inverno europeu, 1 continente, 7 países, 9 cidades, 21 noites, 23 dias, 2 garotas eventualmente perdidas: eu e a e inicialmente duas mochilas.

Primeira parada: Lisboa. O plano inicial era que passassemos dois dias na capital portuguesa, mas devido a neve em Paris (nossa conexão), o voo de São Paulo atrasou, o que nos fez perder o avião Paris-Lisboa e então ao inves de pegamors o voo das 12:45 e chegar em em Portugal as 14:30, pegamos o voo das 16 e tantas e só saímos do aeroporto de Lisboa, propriamente dito, umas 18 e tralalá. E acreditem, 4 horas perdidas pra quem só tem 24 é bastante coisa.

Com o atraso do voo, perdemos o transfer (ma oe) e já iniciamos nossa aventura pagando taxi em euros. Pegamos também avenidonas bonitas da cidade, o que nos lembrou as avenidas Indianopolis e Brasil e os predios eram bem parecidos com aqueles da região da avenida São Luís. Pegamos transito e ouvimos no radio as noticias sobre futebol. O internacional Cristiano Ronaldo havia dado perda-total no seu carro caro e veloz vermelho (Ferrari, Porsche?) num tunel lá nos United Kingdon.

Quando chegamos finalmente ao hotel, depois de passarmos por tuneis, rotatorias e vielinhas, fizemos o check-in, subimos para o quarto largamos as coisas, nos agasalhamos melhor – a gente saiu do avião em Paris e nos deparamos com 2ºC de temperatura e eu muito só tava preparada pra 13 graus… se bem que em Lisboa fazia uns 5 – olhamos o mapa rapidinho, lembramos que tinhamos visto um McDonalds ali perto e partimos.

Depois do lanchinho, seguimos pela avenida Politecnica partindo do Largo do Rato e fomos até onde achamos que conseguiriamos voltar e sentimos que haviamos explorado o suficiente depois de uma viagem tão longa. Voltamos para o apartamento e dormimos confortavelmente a nossa primeira noite europeia (urgh, brega!).

Ah sim, optamos por ficar em hoteis de categoria turística e não em hostels por dois motivos: programamos nossa viagem com uma agencia, pra evitar qualquer perrengue, que já tinha parceria com todos os hoteis que ficamos e a gente realmente queria a garantia de camas grandes, limpas, silencio e banheiros nossos.

Acordamos e a Fê tentou colocar fogo no hotel, descemos pra comer na maior migué e comemos como se não houvesse amanhã. Olhamos o mapa e saímos. Lá fora faziam humidos 8 graus e alo, aqui em São Paulo faz 9ºC as 5:30 am nas manhãs mais radicais, então estava frio! Descemos para o Largo do Rato novamente e mais uma vez seguimos pela Politécnica. Ela virou a D. Pedro V (!!) e só paramos ao chegar no Miradouro São Pedro (d’)Alcantara. De lá dá pra ter uma vista linda da parte baixa da cidade – até o Tejo – que encanta a qualquer um. Rua da Misericórdia, Praça Luís de Camões (do ladinho do Chiado), Rua do Alecrim (é tudo uma reta só), e continuamos descendo. Eis que saímos na Praça do Duque da Terceira. Pausa pro café, pra descansar e subir as meias, né Fê?

Cais do Sodré em obras (unlol), seguimos pela Ribeira das Naus até a Praça do Comércio, que tem uma vista linda, linda mesmo, pro rio. No Terreiro do Paço tivemos a idéia de pegar uma “balsa” até onde eu não tenho certeza, mas eu acho que é Barreiro. Chegamos lá que bonito que beleza, não tinha nada pra ser visto e então voltamos pro Terreiro do Paço na mesma “balsa” na qual fomos. De volta a Praça do Comércio, pegamos a rua Augusta até a Praça D. Pedro IV (!!) e voltamos pra pegar o Elevador de Santa Justa, o qual nos levou ao charmosinho Largo do Carmo. De lá seguimos até o Chiado e tiramos lindas fotos com nosso amigo de todas as horas, Pessoa.

Pegamos o metro no Chiado e descemos no Parque. O Parque Eduardo VII é bem grande, tem um jardim lindo, uma vista maravilhosa da cidade, te permitindo vislumbrar o jardim, a Praça do Marques de Pombal, a avenida Liberdade, a baixa, o rio e a diante. Descemos o parque em direção ao Marques de Pombal e de lá cortamos novamente para a nossa Travessa da Fabrica dos Pentes.

Quando chegamos ao hotel, além de guardar o que compramos em nossas mochilas no meio do hall, também arquitetamos nossa ida do hotel à Gare Oriente, estrategicamente situada do outro lado da cidade. O meio de transporte ideal era o metro, mas nenhuma das duas tinha (ainda) o know how para carregar mochilas realmente grandes por este meio de transporte. Dane-se não tinhamos tempo e depois de bater a mochila em vários cidadãos lisboetas, sofrer por escadas e se desajeitar pelas três linhas do metro da cidade, chegamos à estação de trem com uma vantagem de tempo segura para que entendessemos como o nosso passe do eurail funcionava, para daí então seguirmos efetivamente para Madri.

O trem, genial, tinha leitos. Mas leitos mesmo, tipo camas! Beliches! Além de um restaurante delicinha. Comemos bem, dormimos bem (acompanhadas de uma espanhola loira linda e barcelona) e para a nossa surpresa, quando fomos acordadas pelo mocinho do serviço de bordo, a região metropolitana da capital espanhola estava coberta de neve!

Les Chansons d’Amour e o google earth; ou como eu amo o google earth. novembro 24, 2009

Posted by Larissa Menon in bacana, cinema, música, sentimentalismo, viagem.
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Há algum tempo terminei de assistir a trilogia do amor de Chistopher Honoré, composta por Dans Paris, Les Chansons d’Amour e La Belle Personne. Não é bem uma trilogia propriamente dita, mas como nos três filmes o diretor (e roteirista) procura explorar diferentes formas do amor, é então a trilogia do amor.

Posto isso, não será neste post que explorarei o conteúdo das obras e farei uma analise extensa e detalhada sobre os filmes. Não, este post tem outro motivo para estar aqui.

Todos os três filmes são ambientados em Paris e quando eu finalmente assisti ao Chasons d’Amour, eu já tinha visitado a cidade e me peguei tentando descobrir onde as personagens estavam. Alguns lugares foram fáceis de definir, mas teve um, justo onde era a locação do apartamento do Ismael, que eu não conseguia definir… (talvez por ser uma ruazinha d’entre as milhares de ruazinhas que Paris possui).

E então depois de alguns meses procurando a tal rua da locação (tá que não com muito afinco), eu finalmente, hoje, encontrei ! Eis que o apartamento do Ismael ficava na 50 Rue Fbg St Martin, 75010 Paris. (clica na imagem pra ver maior)

Pertinho da Gare du Nord e da Place de la République. Coincidentemente, também pertinho do hotel onde eu e a ficamos. No máximo 15 minutos a pé, 3 minutos de carro; 2 estações de metro.

Eu já planejava, faz um tempinho, procurar no google earth pelas lojas que eu via na fachada do apartamento. Mas sempre tive um pouco de preguiça. Hoje a preguiça não veio tão forte e eu resolvi colocar em prática meu poder de investigação. Deu certo! Olha aqui a “visão de rua” do google maps, pegando a locação exatamente de frente, como vemos bastante durante o filme.

Me sinto satisfeita.

E se você ainda não viu o filme, vale a pena… É sobre um rapaz, o Ismael, ele e sua namorada estão num triangulo amoroso com uma amiga de trabalho dele, mas daí algo acontece e tudo muda radicalmente. Se você já viu o trailer norte-americano, é provavel que fique chocado em como a premissa dele é distorcida ali, quando você assistir ao filme. De todo modo, o filme é bom e as canções são bem produzidas e gostosinhas.

O clipe abaixo é a primeira música do filme, pra dar te dar um gostinho pra ver o filme e pra você ver também o tão falado apartamento do Ismael.

Mogwai: Batcat novembro 14, 2009

Posted by Larissa Menon in bandas legais, clipes, música.
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Batcat, single tirado do último disco (e pra mim, sensacional) da banda escocesa de post-rock, Mogwai, The Hawk Is Hawking.

Nele, acompanhamos uma garota camponesa que começa a ser perseguida por outros dois garotos mascarados, aparentemente interessados em algo que ela carrega consigo. A perseguição passa por campos, florestas e adentra numa caverna. Dentro dela, os garotos acabam encontrando por algo que não esperavam.

Esse clipe já tem mais de um ano, na verdade, mas como o roch é poderosíssimo (lolol) achei justo colocar aqui agora, aproveitando que estou voltando à minha programação normal.

Mas então, além desse disco ter músicas com alguns dos títulos mais geniais que eu já vi (I’m Jim Morrison, I’m dead; I Love You, I’m Going to Blow Up Your School;The Sun Smells Too Loud), as próprias músicas são ótimas e valem cada play que você der.

A direção de Batcat é do Dominic Hailstone, um ingles doido que começou fazendo maquiagem e já trabalhou com diretores como Danny Boyle, Chris Columbus e Chris Cunningham. Foi ele quem dirigiu também o Holy Tears do ISIS (que também merece um post aqui).

Destaque também pra fotografia e a arte, que no caso do Dominic são sempre detalhes à parte.